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	<title>Ivo Correia &#187; internet</title>
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	<description>Gestão de Projetos, Internet e Tecnologia</description>
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		<title>Sete tecnologias devem estar no radar dos CIOs nos próximos 3 anos</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Nov 2010 14:15:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ivo Correia</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Tecnologia da Informação]]></category>
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		<description><![CDATA[Com a previsão de que a indústria de TI alcançará a incrível marca de 3,5 trilhões de dólares em receita em 2011; além da indicação de que o setor crescerá, sensivelmente, nos próximos cinco anos, o Gartner Inc., apresenta  questões &#8230; <a href="http://www.ivocorreia.com/2010/11/sete-tecnologias-devem-estar-no-radar-dos-cios-nos-proximos-3-anos/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com a previsão de que a indústria de TI alcançará a incrível marca de 3,5 trilhões de dólares em receita em 2011; além da indicação de que o setor crescerá, sensivelmente, nos próximos cinco anos, o Gartner Inc., apresenta  questões que merecem atenção e estratégias mais claras dos analistas de negócios e de TI.</p>
<p>&#8220;Estamos cada vez mais vivendo, jogando e trabalhando em um mundo digital. Em breve, será quase inevitável não participar dele&#8221;, disse o vice-presidente da Gartner, Stephen Prentice, durante o Gartner Symposium / ITxpo 2010, que acontece em Cannes, na França, até a próxima quinta-feira (11/11).</p>
<p>&#8220;Em 2012, a Internet será 75 vezes maior do que era em 2002, por isso temos que considerar essa expansão. Hoje, se o Facebook fosse um país, ele estaria em terceiro lugar no mundo em quantidade populacional, atrás apenas da China e da Índia. Outras realidades importantes como o tráfego de dados e os dispositivos móveis também que não podem ser ignoradas. A receita de aparelhos portáteis como smartphones e tablets deve saltar dos 60 bilhões de 2010 para mais de 200 bilhões em 2020&#8243;, completou Prentice.</p>
<p>Como a indústria de TI caminha rumo a uma taxa composto de crescimento anual (CAGR) de quatro pontos percentuais durante os próximos cinco anos, a empresa de pesquisa identificou as sete tendências mais importantes em termos de negócios e TI. As sete questões incluem:</p>
<p><strong>Integração entre Tecnologia da Informação (TI) e Tecnologia Operacional (TO)</strong></p>
<p>Os executivos estão notando que é possível reduzir custos e aprimorar a eficiência de uma gestão, integrando as equipes de TI e de tecnologia operacional (TO). Apesar dos esforços serem desafiadores, os benefícios resultantes da simplificação dos orçamentos, do planejamento coordenado, das decisões mais consistentes em termos de estrutura tecnológica e, principalmente, da expansão do poder de compra, torna cada vez atraente e mais importante tal alinhamento.</p>
<p><strong>Participação das empresas em mecanismos sociais</strong></p>
<p>Até 2015, 80% não terão uma abordagem coerente para lidar com recursos coletivos. Hoje, as mídias sociais estão mudando a maneira de trabalhar e de realizar negócios. &#8220;Compreender o poder das comunidades, as expectativas de seus diferentes usuários, seus desejos e como é possível interagir com todos, está se tornando essencial para a realização de negócios no século 21&#8243;, declarou o vice presidente da Gartner, Ken McGee.</p>
<p>&#8220;No entanto, na próxima década, serão investidas grandes quantias financeiras e uma enorme quantidade de tempo para descobrir como líderes de negócios e TI aproveitarão melhor o poder e a influência das redes sociais&#8221;, completou McGee.</p>
<p><strong>Pattern-Based Strategy</strong></p>
<p>As estratégias baseadas em modelos fornece um mecanismo para procurar ativamente os principais indicadores, muitas vezes chamados de sinais &#8220;weak&#8221; que formam padrões no mercado.</p>
<p>&#8220;Descobrimos que os líderes sêniors das áreas de negócios e TI veem a falta compartilhamento de informações como uma barreira para o crescimento&#8221;, disse Prentice.</p>
<p><strong>Computação em nuvem</strong></p>
<p>Até 2016, todas as empresas do ranking da Forbes Global 2000 implementarão serviços na nuvem. Isso representa uma mudança no relacionamento entre os provedores e consumidores de soluções de TI. Ela constitui a fonte de uma grande mudança que resultará em um novo modo de relacionamento entre aqueles que usam e os que os vendem serviços de TI.</p>
<p>Segundo a Gartner, a receita mundial de serviços em nuvem (incluindo serviços públicos e privados) deve chegar a 148,8 bilhões dólares em 2014.</p>
<p><strong>Context-Aware Computing</strong></p>
<p>A computação consciente se aproveitará da situação para estabelecer uma nova era de realidade aumentada.</p>
<p>Mais de 150 bilhões de dólares em gastos globais de telecomunicação migrarão de serviços para aplicações até 2012, e o mercado global de serviços de conteúdo será de 215 bilhões de dólares.</p>
<p>Em 2016, um terço dos consumidores de marketing móvel do mundo será serviços de computação de conteúdo.</p>
<p><strong>Sustentabilidade</strong></p>
<p>Até 2016, questões de sustentabilidade crescerão nas despesas das empresas. Diante das previsões climáticas, as organizações devem se antecipar ao debate sobre questões fundamentais como energia, água e os gases causadores do efeito estufa, como também sobre esgotamento de recursos naturais, extinção de espécies, bio-diversidade e justiça ambiental.</p>
<p>Para isso, os sistemas de informação serão fundamentais na administração, controle e observação dos serviços corporativos voltados para responsabilidade social, permitindo novos e mais sustentáveis modelos de negócio. No entanto, ainda será inevitável que existam dilemas entre o desempenho financeiro e operacional de uma empresa e seu desempenho ambiental.</p>
<p><strong>Novas Realidades</strong></p>
<p>Com a recente recessão global, os executivos devem encontrar novas maneiras de promover crescimento a suas empresas em termos de receita, empregos e participação na indústria. Diante deste novo clima de negócios, custos e otimização dos valores devem ser prioridade, durante a busca pela expansão contínua.</p>
<p>Fonte: Revista CIO</p>
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		<title>Exército brasileiro faz acordo para treinar seus primeiros ciberdefensores</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Oct 2010 14:16:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ivo Correia</dc:creator>
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		<category><![CDATA[iDefense]]></category>
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		<category><![CDATA[invasões virtuais]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p>Nada de barricadas, minas, explosões ou lançamentos de mísseis. A estrela das batalhas do século 21 será invisível, capaz de desestabilizar inimigos a milhares de quilômetros de distância. E, na trincheira, um exército de homens e mulheres altamente capacitados para invadir sistemas e provocar o caos em países inteiros com apenas um clique. Nos próximos anos, o mundo deve se preparar para a nova arma, a chamada guerra cibernética, ainda sem qualquer controle por leis internacionais.</p>
<p>A guerra, hoje e desde sempre, é vencida por quem consegue fazer com que o inimigo sofra com a escassez: de recursos bélicos e de soldados, obviamente, mas também de estratégias de comunicação, de comida, de infraestrutura e por aí vai. Por exemplo, na Guerra do Golfo, no início dos anos 1990, os iraquianos explodiram poços de petróleo do Kuweit, pois eram a principal fonte de riqueza do país. Para combater o então presidente Saddam Hussein, kuweitianos e nações aliadas gastaram US$ 61 bilhões. Mais de 200 mil pessoas morreram, dos dois lados da disputa.</p>
<p>Agora, imagine como seria se o ataque fosse feito diretamente ao sistema nervoso central de cada nação. O que aconteceria se, em vez de bombas, vírus entrassem em cena? Esses dispositivos poderiam, por exemplo, atacar sistemas de usinas hidrelétricas, de abastecimento de água ou de uma plataforma de petróleo. “A guerra cibernética é a mais limpa e barata que existe. Eu sou civil, mas consigo imaginar qual o custo de lançar um míssil”, afirma Eduardo D’Antona, diretor corporativo e de tecnologia da informação da Panda Security. A empresa assinou, em setembro, um acordo com o Exército brasileiro para treinar militares para a ciberguerra.</p>
<p>Nos próximos dois anos, técnicos da Panda vão capacitar oficiais no uso de tecnologias forenses. “Vamos preparar a nata do Exército para entender ataques virtuais e identificar a autoria”, explica Eduardo. Até agora, 350 militares receberam o treinamento, e a ideia é atingir, pelo menos, 600. A instituição também adquiriu 37,5 mil licenças de antivírus para manter os sistemas a salvo. “O país ou a empresa que não atribuir importância à questão da segurança cibernética sofrerá enormes danos no futuro. Os efeitos serão tão danosos quanto uma invasão territorial”, diz o general Santos Guerra, comandante de Comunicações e Guerra Eletrônica do Exército.</p>
<p>E isso está longe de ser exagero tupiniquim. Nos últimos meses, governos de diversos países anunciaram sua preocupação com as ameaças virtuais. Iain Lobban, diretor do Government Communications Headquarters (o serviço britânico de espionagem), afirmou na semana passada que os sistemas ingleses sofrem mil tentativas mensais de ataque. “Hoje, é muito mais fácil se deparar com um software espião em uma máquina do que ver um satélite fotografando a movimentação de um quartel”, observa Eduardo D’Antona.</p>
<p>O primeiro<br />
O alerta das nações ficou mais intenso depois que o Stuxnet, o vírus mais sofisticado de todos os tempos, se infiltrou em usinas nucleares do Irã. As linhas de código desse programa atacante conseguiriam inclusive mudar o sistema das máquinas invadidas, não simplesmente fazê-las parar de funcionar. O vírus poderia “mandar” o computador invadido fazer virtualmente qualquer coisa e sabotar a instituição à qual pertence. Em setembro, o governo de Mahmud Ahmadinejad reconheceu publicamente que o códigos maliciosos haviam infectado 30 mil computadores do país. “Esse tipo de vírus afeta o sistema que controla as máquinas. Ele poderia, até mesmo, parar uma turbina”, diz André Carraretto, gerente de engenharia de sistemas da Symantec. Ainda não se sabe de onde veio o vírus, mas especialistas em segurança acreditam que ele foi programado por pessoas altamente qualificadas e com um objetivo político.</p>
<p>Essa é, inclusive, a grande preocupação dos analistas dos setor: a dificuldade de saber quem está por trás dos ataques virtuais. “Hoje, tudo que é divulgado sobre o Stuxnet é pura especulação”, afirma Anchises De Paula, analista de inteligência e segurança da empresa iDefense. Muitas notícias associaram a criação do código a uma ação do governo israelense, mas nada foi comprovado, até porque o criador do vírus fez questão de camuflar a origem. “O Stuxnet ataca sistemas fabris presentes em outras indústrias. Eu poderia muito bem supor que isso foi uma ideia louca de um hacker argentino tentando derrubar a hidrelétrica de Itaipu”, pondera Anchises.</p>
<p>Os especialistas em segurança acreditam que a infecção pelo Stuxnet ocorreu por meio de um pen drive. “Na maioria das grandes indústrias, os sistemas são internos, não é possível acessá-los pela internet”, explica o analista de inteligência da iDefense. Como o pen drive teria chegado nas usinas do Irã também vira especulação — pode haver algum espião infiltrado no local ou até algo mais bobo, como a possibilidade de o dispositivo infectado ter sido um brinde para algum funcionário da empresa.</p>
<p>Máscaras<br />
Outro grande problema de ataques cibernéticos tem a ver com a quantidade de efeitos colaterais que podem ser gerados. No caso do Stuxnet, mais de 50 mil computadores foram infectados. “Quem programou o vírus queria derrubar apenas um sistema, mas acabou provocando danos para uma série de pessoas”, comenta Anchises de Paula. “Qualquer tipo de ação na internet sai do controle muito rápido”, reforça o especialista. Além disso, as diversas formas de camuflar a origem da ameaça complicam as investigações. O mundo tem milhares de computadores zumbis (máquinas usadas pelos hackers para enviar vírus) e elas podem estar em qualquer lugar, no seu trabalho, na sua casa, na casa da sua avó.</p>
<p>A insegurança e o risco iminente de invasões virtuais fizeram com que muitos países desenvolvessem estratégias de emergência para futuros conflitos. Os Estados Unidos, por exemplo, nomearam Keith Alexander, então diretor da Agência de Segurança Nacional, para cuidar exclusivamente de um cibercomando. “Na Inglaterra, o governo liberou mais de 1 bilhão de libras em investimentos nessa área e nos setores de infraestrutura de energia elétrica, água e esgoto”, conta o analista da iDefese.</p>
<p>Essa movimentação indica que, mesmo parecendo mais inofensiva, a ciberguerra é tão cruel quanto o conflito tradicional. “Destruir um computador pode não matar ninguém, mas é muito romantismo acreditar que as coisas serão mais leves por causa disso”, reconhece o diretor corporativo da Panda Security, Eduardo D’Antona. Para Anchises de Paula, a ciberguerra será apenas mais uma ferramenta da guerra comum. “Na década de 1980, as nações discutiam se haveria guerra no espaço, assim como já ocorria na terra, no mar e no ar. Penso que a internet vai se tornar mais um domínio para os conflitos, assim aconteceu com o espaço”, opina.</p>
<p>Fonte: http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia182/2010/10/25/tecnologia,i=219869</p>
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		<title>Internet brasileira não dá conta</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Oct 2010 21:24:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ivo Correia</dc:creator>
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		<category><![CDATA[A Qualidade da Internet]]></category>
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		<description><![CDATA[Na terceira edição da pesquisa &#8220;A Qualidade da Internet&#8221;, feita pela Universidade de Oxford, no Reino Unido, e pela Universidade de Oviedo, na Espanha, os dados indicaram que a internet brasileira não está preparada para suportar as exigências de seus &#8230; <a href="http://www.ivocorreia.com/2010/10/internet-brasileira-nao-da-conta/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na terceira edição da pesquisa &#8220;A Qualidade da Internet&#8221;, feita pela Universidade de Oxford, no Reino Unido, e pela Universidade de Oviedo, na Espanha, os dados indicaram que a internet brasileira não está preparada para suportar as exigências de seus internautas, segundo informações do site da Bandeirantes.</p>
<p>O estudo mostrou que, embora o país tenha avançado no aumento do número de domicílios conectados, a qualidade das conexões ainda está abaixo da média.</p>
<p>Segundo a pesquisa, o tempo entre o comando do internauta e a percepção de que ele foi obedecido não deve ultrapassar 95 milésimos de segundo. Em Fortaleza, a cidade brasileira com a melhor qualidade de internet, essa espera chega a 114 milésimos de segundo.</p>
<p>Para os próximos anos, a expectativa é que a demanda dos internautas aumente, em virtude do surgimento de novas aplicações. Especialistas estimam que, até 2015, um domicílio estará consumindo 500 GBytes por mês, ao invés dos atuais 20 GB.</p>
<p>Na lista dos &#8220;melhores da internet&#8221;, a Coreia do Sul continua sendo a líder, seguida por Hong Kong e Japão. O Brasil ocupa a 38ª colocação.</p>
<p>Fonte:Baguete</p>
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		<title>Acordo entre Google e AOL renovado por 5 anos</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Sep 2010 22:25:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ivo Correia</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>O acordo de renovação por mais cinco anos da parceria para buscas entre AOL e Google, que chegou a ser seriamente ameaçada pela intenção do Bing de entrar no negócio, não deverá ajudar o portal a reverter a perda de 11% nas receitas com buscas previstas para este ano, na casa de US$ 330 milhões, segundo a eMarketer.</p>
<p>Pelo modelo acertado, as duas empresas seguem dividindo receitas publicitárias, mas com expansão da união para serviços como YouTube e em pesquisas para mobiles.</p>
<p>Ocorre que as buscas representam somente 20% das receitas da AOL e o seu CEO Tim Armstrong confirmou ao Advertising Age que o core business da empresa é mesmo o conteúdo.</p>
<p>A AOL responde por somente 2,3% do total de buscas nos Estados Unidos, segundo dados de julho da ComScore. Mas Armstrong afirma que trata-se de um público leal, geralmente feminino, com idade entre 25 e 45 anos, boa renda familiar e cartões de crédito nas mãos. &#8220;Em comparação, o Beebo, que vendemos neste ano, é uma rede social para jovens. Pode ser um bom negócio para alguns, mas a audiência da AOL é melhor qualificada&#8221;, afirma.</p>
<p>O executivo, no entanto, teme alguma perda com receitas de buscas, que deverá ser afetada pelo rápido declínio do negócio de acesso à internet por dial-up.</p>
<p>Fonte:MMOnline</p>
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		<title>Rio 2016 inicia concorrência por seu site oficial</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Aug 2010 13:21:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ivo Correia</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Comitê dos Jogos Olímpicos Rio 2106 divulgou nesta segunda-feira, 16, edital para contratação de empresa que será responsável pelo desenvolvimento da plataforma digital do evento e também a dos Jogos Paraolímpicos (realizados no mesmo ano). A entrega das propostas &#8230; <a href="http://www.ivocorreia.com/2010/08/rio-2016-inicia-concorrencia-por-seu-site-oficial/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Comitê dos Jogos Olímpicos Rio 2106 divulgou nesta segunda-feira, 16, edital para contratação de empresa que será responsável pelo desenvolvimento da plataforma digital do evento e também a dos Jogos Paraolímpicos (realizados no mesmo ano). A entrega das propostas pode ser feita até o dia 1º de setembro e o lançamento do site será feito juntamente com a apresentação oficial do logo, em 31 dezembro, durante a festa de Réveillon, na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro. Enquanto isso, a escolha do logo ainda depende da avaliação das propostas apresentadas pelas oito agências que foram selecionadas para a fase final. Nenhuma delas conseguiu, na primeira apresentação de propostas ao comitê julgador, a pontuação mínima de 96 pontos, prevista no edital. As agências terão até 27 de agosto para apresentar as mudanças propostas pelo comitê e nova avaliação será feita nos dias 1º e 2 de setembro. Plataforma digital O edital esclarece que podem participar do processo &#8220;empresas brasileiras especializadas em plataforma digital, tais como, agências de comunicação digital, webdesign e desenvolvimento de aplicativos para internet&#8221;. Os requisitos para habilitação e qualificação técnica (entre os documentos estão lista de clientes nos últimos cinco anos e case de plataforma digital) estão descritos no edital. A agência vencedora será anunciada no dia 13 de outubro.</p>
<p>Fonte: http://www.mmonline.com.br/noticias.mm?url=Rio_2016_inicia_concorrencia_por_seu_site_oficial</p>
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		<title>Brasil tem quase 40 milhões de internautas ativos</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Jul 2010 14:19:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ivo Correia</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Ibope Nielsen Online]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Navegar na internet foi uma das principais atividades dos brasileiros no último mês de junho. Motivados, em grande parte, pela Copa do Mundo &#8211; os internautas dedicaram boa parte do seu tempo a buscar noticias e informações sobre futebol e sobre o Mundial da África do Sul nos sites esportivos, expandindo assim o número de usuários ativos.</p>
<p>De acordo com o relatório mensal do Ibope Nielsen Online, o número total de usuários ativos (nas residências ou nos locais de trabalho) foi de 39,9 milhões em junho, um número 20% superior ao registrado no mesmo mês do ano passado. Em comparação com o mês anterior (maio) o crescimento foi de 7%.</p>
<p>Apesar do aumento do interesse e do número de usuários, o tempo médio de navegação mensal caiu no mês avaliado. Enquanto em junho de 2009 os brasileiros passaram em média 69 horas e 7 minutos do mês navegando na web, esse tempo caiu para 64 horas e 55 minutos em junho de 2010.</p>
<p>Fonte: http://www.mmonline.com.br/noticias.mm?url=Brasil_tem_quase_40_milhoes_de_internautas_ativos</p>
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		<title>Facebook alcança 500 milhões de usuários</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Jul 2010 20:45:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ivo Correia</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Facebook alcançou na manhã desta quarta-feira 21 a marca de 500 milhões de usuários em todo o planeta &#8211; garantindo, assim o título de maior rede social. O anúncio do recorde foi feito pelo próprio presidente da rede social, &#8230; <a href="http://www.ivocorreia.com/2010/07/facebook-alcanca-500-milhoes-de-usuarios/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Facebook alcançou na manhã desta quarta-feira 21 a marca de 500 milhões de usuários em todo o planeta &#8211; garantindo, assim o título de maior rede social. O anúncio do recorde foi feito pelo próprio presidente da rede social, Mark Zuckerberg, no blog oficial do Facebook.</p>
<p>No texto, o fundador da rede declara que o alcance do meio bilhão de usuários é &#8220;um marco importante para todas as pessoas que ajudaram a divulgar o Facebook pelo mundo.&#8221; E ainda complementa que &#8220;agora mais pessoas têm a oportunidade de estar conectadas com as pessoas de quem gostam&#8221;.</p>
<p>Para celebrar a data, Zuckerberg aproveitou a ocasião e anunciou uma nova ferramenta da rede, o Facebook Stories, através da qual os usuários cadastrados poderão contar (em forma de vídeos) as suas histórias e compartilhá-las com os outros usuários.</p>
<p>O presidente do Facebook ainda postou um vídeo no qual agradece a todos os usuários da rede e ressalta que a função do Facebook é ampliar e facilitar a conexão e a comunicação entre pessoas de diversos locais do planeta.</p>
<p>Fonte: http://www.mmonline.com.br/noticias.mm?url=Facebook_alcanca_500_milhoes_de_usuarios</p>
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		<title>Marina Silva ganha destaque na internet</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Jul 2010 20:42:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ivo Correia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[iGroup]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[online]]></category>
		<category><![CDATA[Twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[Se nas pesquisas de intenção de votos para a presidência da República Marina Silva aparece em um aparentemente longínquo terceiro lugar, na internet ela demonstra estar em processo de conquista do eleitorado. Na segunda rodada do estudo feito pelo M&#38;M Online em parceria &#8230; <a href="http://www.ivocorreia.com/2010/07/marina-silva-ganha-destaque-na-internet/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se nas pesquisas de intenção de votos para a presidência da República Marina Silva aparece em um aparentemente longínquo terceiro lugar, na internet ela demonstra estar em processo de conquista do eleitorado. Na segunda rodada do estudo feito pelo <strong>M&amp;M Online</strong> em parceria com a iGroup, empresa de monitoramento em redes sociais, a candidata do Partido Verde mostrou notória evolução na primeira quinzena deste mês, período em que foi dada a largada oficial para as campanhas nacionais.</p>
<p>O levantamento foi dividido em duas semanas. A primeira parte compreendeu o período entre os dias 2 e 8 de julho. A segunda avaliou a semana entre 9 e 15 de julho. No primeiro momento, quando foram mapeadas 24.625 ocorrências, Marina foi responsável por 32,13% de todos os comentários relativos aos três principais candidatos à presidência, quase o mesmo índice exibido por José Serra (PSDB), que no período contabilizou 32,69% do volume total. Dilma Rousseff (PT), por sua vez, liderou nesse quesito, com 35,19% do conteúdo postado nas redes sociais, blogs e sites de notícias.</p>
<p>No segundo período analisado (9 a 15 de julho), que somou 61.291 ocorrências, Marina atingiu 33,3% do buzz total, ultrapassando o candidato tucano, com 31,79%, numa trajetória de alta. A petista continuava na liderança com 34,91% do volume, porém demonstrou queda. &#8220;A Marina manteve o melhor desempenho entre os três concorrentes e foi a única que elevou sua porcentagem de buzz durante a semana. No primeiro período de análise, que antecedeu o início das campanhas, ela registrava apenas 11% do volume de comentários&#8221;, comenta Ricardo Almeida, diretor geral da iGroup.</p>
<p><strong>Comentários positivos</strong></p>
<p>Quando a análise se fecha no teor dos comentários, Marina se sobressai com share positivo de 40,57% na semana do dia 2 de julho e de 43,36% na semana do dia 9. Dilma ficou com 33,96% no último período analisado. E Serra com 22,68%.</p>
<p>O candidato do PSDB continua enfrentando dificuldades, conforme demonstrou a primeira rodada do levantamento feito pelo <strong>M&amp;M Online</strong>/iGroup. De acordo com aquela análise, 65% dos comentários feitos a respeito de Serra eram negativos. Apesar de ter ensaiado recuperação há 15 dias, o ex-governador de São Paulo ainda amarga cerca de 60% de comentários negativos.</p>
<p>Dilma se manteve estável no índice positivo, mas seu share negativo chegou a 29% - na primeira semana do levantamento ele havia saltado para 44,42%. &#8220;Mesmo com grande presença no Twitter, que é o principal canal de opinião, Serra viu crescer substancialmente os comentários negativos na rede. Já Dilma conseguiu uma melhora de 16% de uma semana para outra&#8221;, analisa Almeida.</p>
<p>Com o final da Copa do Mundo, o tema eleições começou a ser discutido de maneira mais efetiva na internet. A tendência é que os volumes de buzz se estabilizem e que a indecisão dos eleitores entre em um patamar menos radical do que o encontrado até então. &#8220;Os debates também devem contribuir para fortes impactos nas curvas evolutivas e no cenário político&#8221;, completa o executivo da iGroup.</p>
<p><strong>Índice de saudabilidade</strong>Ao analisar os comentários feitos pelos internautas no Twitter e na blogosfera, além do conteúdo publicado pela imprensa online, a iGroup também elabora um índice de saudabilidade da marca dos candidatos na rede. O resultado é a média entre os posts positivos e negativos em cada um desses canais. Para chegar a esse percentual, a iGroup leva em conta a importância dos diferentes meios de acordo com o potencial de evangelização de cada um.</p>
<p>Por isso, nessa escala, o Twitter aparece com peso de 40% graças à sua agilidade de propagação das informações e força de influência. A blogosfera, que recebe reflexos do Twitter filtrando as informações com análises mais aprofundadas, aparece com peso de 35%. Já a imprensa online, que recebe pouca influência de outros meios, mas conta com alto poder de formação de opinião, recebe a carga de 25% na hora da medição.</p>
<p>Confira a evolução da marca de cada candidato nas últimas três semanas:</p>
<p><strong>1ª Semana:</strong><br />
Marina &#8211; 80%<br />
Dilma &#8211; 59%<br />
Serra &#8211; 50%</p>
<p><strong>2ª Semana:</strong><br />
Marina &#8211; 80%<br />
Dilma &#8211; 55%<br />
Serra &#8211; 55%</p>
<p><strong>3ª Semana:</strong><br />
Marina &#8211; 80%<br />
Serra - 58%<br />
Dilma - 57%</p>
<p>Fonte: http://www.mmonline.com.br/noticias.mm?url=Marina_Silva_ganha_destaque_na_internet</p>
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