6ª edição do EMM Brasil ocorre no Rio de Janeiro

A 6ª edição do E-mail Marketing Brasil ocorre no Rio de Janeiro, na terça-feira, 9, a partir das 8h30, no Windsor Guanabara Palace Hotel (Avenida Presidente Vargas, 392).

Promovido pela Dinamize, empresa gaúcha especializada em e-mail marketing, o EMM Brasil 2010 tem por objetivo orientar empresários cariocas sobre como eliminar os mitos referentes à ferramenta, além de passar conhecimentos gerais de como usufruir do potencial de venda do e-mail marketing.

O evento inicia com a apresentação de três palestras: Os Assassinos de Mídias X Classe C e E-commerce, com Jonatas Abbott, diretor de Marketing da Dinamize; Redes Sociais: Estratégias e Mensuração, com Martha Gabriel, professora dos cursos de MBA da BSP Business School São Paulo; e Passo a passo para um bom e-mail marketing, com Rodrigo de Almeida, diretor comercial da Dinamize.

Além das palestras, a edição conta com cases das marcas Saraiva, Carrefour, Wallmart e Lojas MM, que utilizaram a ferramenta de comunicação de forma consciente. Quem apresenta  os benefícios e resultados conquistados pelas empresas é  Rodrigo Schmidt da Agência Insight Media.

O evento tem um investimento de R$ 100 para profissionais. Clientes Dinamize têm 50% de desconto.

Fonte: Baguete

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Oi faz upgrade de 200Gbps na rede submarina

A Globenet, subsidiária da Oi e fornecedora de cabos de fibra ótica submarinos, vai realizar um upgrade de 200Gbps na rede da operadora, aumentando de 360Gbps a 560Gbps a capacidade total da rede acesa.

A meta, segundo o presidente da Globenet, Erick W. Contag, é garantir o atendimento a usuários do serviços de acesso à internet em alta velocidade e de novas aplicações focadas em mídia, redes sociais e aplicativos compartilhados.

“Estes serviços têm exigido mais banda do que os tradicionais serviços de e-mail ou simples navegação pela web”, afirma Contag.

Para expandir a rede da Oi, a Globenet firmou parcerias com Xtera Communications e Alcatel-Lucent, que garantiram aumento de 100Gbps cada.

A implantação das novas capacidades de rede está prevista para ser concluída até o primeiro trimestre de 2011, com planos futuros para a realização de um upgrade de 1.44 Tbps.

A Globenet opera com uma rede de fibra ótica de 22 mil quilômetros de cabos submarinos interligando o Brasil, as ilhas Bermudas, Venezuela, Estados Unidos e Colômbia. A meta é dobrar a capacidade da rede até o fim do ano que vem.

A companhia é subsidiária da Oi e possui sede em Boca Raton, EUA.

Fonte: Baguete

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Governo Lula vai deixar uma conta de R$ 90 bilhões para próximo presidente

BRASÍLIA – Após oito anos de governo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva deixará a seu sucessor um bolo de pagamentos pendentes de R$ 90 bilhões, segundo estimativa da área técnica. Será um novo recorde, superando os R$ 72 bilhões de contas penduradas que passaram de 2009 para 2010.

Essas despesas que passam de um ano para outro são os chamados “restos a pagar” e ocorrem porque os ministérios muitas vezes contratam uma obra que não é concluída até dezembro. Como o governo se comprometeu (empenhou) a pagar a despesa, a conta acaba sendo jogada para o ano seguinte.

Os restos a pagar são uma ocorrência rotineira na administração pública, mas a conta se transformou numa bola de neve por causa do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). À medida que as obras vão saindo do papel, o volume de despesas que ultrapassa o prazo de um ano vai aumentando, chegando ao ponto em que os restos a pagar são quase iguais ao total de investimentos previsto no ano.

Escolha de Sofia

Dados levantados pelo site Contas Abertas, a pedido do Estado, mostram que em 2009, por exemplo, o governo tinha R$ 57,068 bilhões para investir, mas a conta de restos a pagar das obras contratadas nos anos anteriores era de R$ 50,850 bilhões.

Ou seja, se tivessem sido quitadas todas as obrigações pendentes, sobrariam R$ 6,218 bilhões para investimentos novos. “A cada ano, o gestor público fica nessa escolha de Sofia: ou paga os restos do ano anterior ou executa o orçamento do ano”, disse Gil Castello Branco, secretário-geral do Contas Abertas. “Não tem dinheiro para os dois.”

O dado parcial de 2010, até junho, mostra mesmo perfil. O saldo de restos a pagar em investimentos está em R$ 53,7 bilhões, para uma dotação de R$ 63,9 bilhões. No caso do PAC. há restos a pagar de R$ 30 bilhões, para um orçamento de R$ 24 bilhões.

“É um retrato do momento”, disse Castello Branco. Se o ano tivesse terminado em 30 de junho, o presidente Lula estaria legando a seu sucessor uma conta de R$ 53,7 bilhões. O governo não zera de imediato esse saldo porque, para isso, ele teria que deixar de fazer novos investimentos.

“A situação preocupa, porque se os restos a pagar ficam muito grandes, estreita-se o volume de recursos para novos projetos”, disse o presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Paulo Safady Simão. “É preciso ficar atento para que os volumes sejam razoáveis, não escapem ao controle.”

Herança
Ele acrescentou que não há temor de calote com a mudança de governo, pois há uma legislação sólida sobre a condução do orçamento.

Se a conta de R$ 90 bilhões for herdada pela candidata do PT, Dilma Rousseff, ela não terá muito do que reclamar. Afinal, as despesas pendentes são geradas em grande parte por seu “filho”, o PAC, e seguem prioridades estabelecidas por uma administração da qual ela fez parte até 31 de março. O mesmo não se pode dizer dos demais candidatos.

“A margem de manobra estará bem estreita”, disse o economista Felipe Salto, da consultoria Tendências. “Mas isso é verdade até a página 2, porque é possível reduzir despesas de custeio de forma significativa e, assim, ampliar a margem.” Ele acredita que essa será a trilha a ser seguida por José Serra (PSDB), caso seja eleito, pelo fato de o tucano ter um perfil “mais fiscalista”.

Em muitos casos, a formação de restos a pagar é uma estratégia deliberada para evitar que as obras parem à espera da aprovação do orçamento.

Na divulgação de um dos balanços do PAC, Dilma Rousseff, então ministra da Casa Civil, foi questionada sobre o crescimento dos restos a pagar e respondeu que não há como evitar esse problema quando se realizam obras de maior porte.

O governo trabalha numa proposta de orçamento plurianual, que ataca justamente esse ponto, ao prever prazos maiores do que um ano para os investimentos. “Os restos a pagar são um problema em busca de uma solução”, disse Felipe Salto. Para Castello Branco, a situação é grave porque o Orçamento não é mais uma previsão de gastos para um só ano. “Acabaram com o princípio da anualidade.”

Fonte: Estadão

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Exército brasileiro faz acordo para treinar seus primeiros ciberdefensores

Nada de barricadas, minas, explosões ou lançamentos de mísseis. A estrela das batalhas do século 21 será invisível, capaz de desestabilizar inimigos a milhares de quilômetros de distância. E, na trincheira, um exército de homens e mulheres altamente capacitados para invadir sistemas e provocar o caos em países inteiros com apenas um clique. Nos próximos anos, o mundo deve se preparar para a nova arma, a chamada guerra cibernética, ainda sem qualquer controle por leis internacionais.

A guerra, hoje e desde sempre, é vencida por quem consegue fazer com que o inimigo sofra com a escassez: de recursos bélicos e de soldados, obviamente, mas também de estratégias de comunicação, de comida, de infraestrutura e por aí vai. Por exemplo, na Guerra do Golfo, no início dos anos 1990, os iraquianos explodiram poços de petróleo do Kuweit, pois eram a principal fonte de riqueza do país. Para combater o então presidente Saddam Hussein, kuweitianos e nações aliadas gastaram US$ 61 bilhões. Mais de 200 mil pessoas morreram, dos dois lados da disputa.

Agora, imagine como seria se o ataque fosse feito diretamente ao sistema nervoso central de cada nação. O que aconteceria se, em vez de bombas, vírus entrassem em cena? Esses dispositivos poderiam, por exemplo, atacar sistemas de usinas hidrelétricas, de abastecimento de água ou de uma plataforma de petróleo. “A guerra cibernética é a mais limpa e barata que existe. Eu sou civil, mas consigo imaginar qual o custo de lançar um míssil”, afirma Eduardo D’Antona, diretor corporativo e de tecnologia da informação da Panda Security. A empresa assinou, em setembro, um acordo com o Exército brasileiro para treinar militares para a ciberguerra.

Nos próximos dois anos, técnicos da Panda vão capacitar oficiais no uso de tecnologias forenses. “Vamos preparar a nata do Exército para entender ataques virtuais e identificar a autoria”, explica Eduardo. Até agora, 350 militares receberam o treinamento, e a ideia é atingir, pelo menos, 600. A instituição também adquiriu 37,5 mil licenças de antivírus para manter os sistemas a salvo. “O país ou a empresa que não atribuir importância à questão da segurança cibernética sofrerá enormes danos no futuro. Os efeitos serão tão danosos quanto uma invasão territorial”, diz o general Santos Guerra, comandante de Comunicações e Guerra Eletrônica do Exército.

E isso está longe de ser exagero tupiniquim. Nos últimos meses, governos de diversos países anunciaram sua preocupação com as ameaças virtuais. Iain Lobban, diretor do Government Communications Headquarters (o serviço britânico de espionagem), afirmou na semana passada que os sistemas ingleses sofrem mil tentativas mensais de ataque. “Hoje, é muito mais fácil se deparar com um software espião em uma máquina do que ver um satélite fotografando a movimentação de um quartel”, observa Eduardo D’Antona.

O primeiro
O alerta das nações ficou mais intenso depois que o Stuxnet, o vírus mais sofisticado de todos os tempos, se infiltrou em usinas nucleares do Irã. As linhas de código desse programa atacante conseguiriam inclusive mudar o sistema das máquinas invadidas, não simplesmente fazê-las parar de funcionar. O vírus poderia “mandar” o computador invadido fazer virtualmente qualquer coisa e sabotar a instituição à qual pertence. Em setembro, o governo de Mahmud Ahmadinejad reconheceu publicamente que o códigos maliciosos haviam infectado 30 mil computadores do país. “Esse tipo de vírus afeta o sistema que controla as máquinas. Ele poderia, até mesmo, parar uma turbina”, diz André Carraretto, gerente de engenharia de sistemas da Symantec. Ainda não se sabe de onde veio o vírus, mas especialistas em segurança acreditam que ele foi programado por pessoas altamente qualificadas e com um objetivo político.

Essa é, inclusive, a grande preocupação dos analistas dos setor: a dificuldade de saber quem está por trás dos ataques virtuais. “Hoje, tudo que é divulgado sobre o Stuxnet é pura especulação”, afirma Anchises De Paula, analista de inteligência e segurança da empresa iDefense. Muitas notícias associaram a criação do código a uma ação do governo israelense, mas nada foi comprovado, até porque o criador do vírus fez questão de camuflar a origem. “O Stuxnet ataca sistemas fabris presentes em outras indústrias. Eu poderia muito bem supor que isso foi uma ideia louca de um hacker argentino tentando derrubar a hidrelétrica de Itaipu”, pondera Anchises.

Os especialistas em segurança acreditam que a infecção pelo Stuxnet ocorreu por meio de um pen drive. “Na maioria das grandes indústrias, os sistemas são internos, não é possível acessá-los pela internet”, explica o analista de inteligência da iDefense. Como o pen drive teria chegado nas usinas do Irã também vira especulação — pode haver algum espião infiltrado no local ou até algo mais bobo, como a possibilidade de o dispositivo infectado ter sido um brinde para algum funcionário da empresa.

Máscaras
Outro grande problema de ataques cibernéticos tem a ver com a quantidade de efeitos colaterais que podem ser gerados. No caso do Stuxnet, mais de 50 mil computadores foram infectados. “Quem programou o vírus queria derrubar apenas um sistema, mas acabou provocando danos para uma série de pessoas”, comenta Anchises de Paula. “Qualquer tipo de ação na internet sai do controle muito rápido”, reforça o especialista. Além disso, as diversas formas de camuflar a origem da ameaça complicam as investigações. O mundo tem milhares de computadores zumbis (máquinas usadas pelos hackers para enviar vírus) e elas podem estar em qualquer lugar, no seu trabalho, na sua casa, na casa da sua avó.

A insegurança e o risco iminente de invasões virtuais fizeram com que muitos países desenvolvessem estratégias de emergência para futuros conflitos. Os Estados Unidos, por exemplo, nomearam Keith Alexander, então diretor da Agência de Segurança Nacional, para cuidar exclusivamente de um cibercomando. “Na Inglaterra, o governo liberou mais de 1 bilhão de libras em investimentos nessa área e nos setores de infraestrutura de energia elétrica, água e esgoto”, conta o analista da iDefese.

Essa movimentação indica que, mesmo parecendo mais inofensiva, a ciberguerra é tão cruel quanto o conflito tradicional. “Destruir um computador pode não matar ninguém, mas é muito romantismo acreditar que as coisas serão mais leves por causa disso”, reconhece o diretor corporativo da Panda Security, Eduardo D’Antona. Para Anchises de Paula, a ciberguerra será apenas mais uma ferramenta da guerra comum. “Na década de 1980, as nações discutiam se haveria guerra no espaço, assim como já ocorria na terra, no mar e no ar. Penso que a internet vai se tornar mais um domínio para os conflitos, assim aconteceu com o espaço”, opina.

Fonte: http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia182/2010/10/25/tecnologia,i=219869

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São Luís faz concorrência por marca turística

Designers e diretores de arte brasileiros: está aberta a concorrência que vai escolher uma marca turística para São Luís do Maranhão. A prefeitura, com isso, dá o primeiro passo no plano estratégico de marketing para desenvolver o turismo na cidade, que leva assinatura do consórcio Chias Marketing e Máquina Public Relations. A Chias foi a responsável pela criação dos planos estratégicos de marketing do Brasil (Plano Aquarela/ Plano Cores do Brasil/ Marca Brasil) e da Espanha.

Desenvolvida e realizada pela ADG Brasil – Associação dos Designers Gráficos, entidade de classe do setor, a disputa tem o como objetivo envolver profissionais que sejam referência em comunicação visual, alavancando a divulgação da marca de São Luís. O total em prêmios é de R$ 50 mil.

“A criação da marca turística é uma das ações que temos feito para que São Luís se consolide como um destino turístico competitivo e capaz de atrair novos turistas, além de fidelizar os que já visitam a cidade, seja a lazer ou a negócios”, explica, em comunicado, o secretário Municipal de Turismo de São Luís, Liviomar Macatrão.

A concorrência terá duas fases: a primeira terá início nesta segunda-feira, 25, com o começo das inscrições e envio dos portfólios para avaliação. Na segunda fase acontece a seleção dos cinco profissionais/ escritórios finalistas, que receberão um briefing da comissão técnica. “A ideia é democratizar esse processo de criação, abrindo uma concorrência em que possam participar profissionais maranhenses, mas também de outras partes do Brasil. E como pretendemos para São Luís o melhor que o turismo pode oferecer, por que não os melhores profissionais de design e direção de arte para produzir essa Marca, que será referência para São Luís?”, finalizou Macatrão.

O regulamento da concorrência estarão disponíveis no site da ADG Brasil de 25 de outubro a 08 de novembro de 2010.

Fonte: http://www.mmonline.com.br/noticias.mm?url=Sao_Luis_faz_concorrencia_por_marca_turistica

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Internet brasileira não dá conta

Na terceira edição da pesquisa “A Qualidade da Internet”, feita pela Universidade de Oxford, no Reino Unido, e pela Universidade de Oviedo, na Espanha, os dados indicaram que a internet brasileira não está preparada para suportar as exigências de seus internautas, segundo informações do site da Bandeirantes.

O estudo mostrou que, embora o país tenha avançado no aumento do número de domicílios conectados, a qualidade das conexões ainda está abaixo da média.

Segundo a pesquisa, o tempo entre o comando do internauta e a percepção de que ele foi obedecido não deve ultrapassar 95 milésimos de segundo. Em Fortaleza, a cidade brasileira com a melhor qualidade de internet, essa espera chega a 114 milésimos de segundo.

Para os próximos anos, a expectativa é que a demanda dos internautas aumente, em virtude do surgimento de novas aplicações. Especialistas estimam que, até 2015, um domicílio estará consumindo 500 GBytes por mês, ao invés dos atuais 20 GB.

Na lista dos “melhores da internet”, a Coreia do Sul continua sendo a líder, seguida por Hong Kong e Japão. O Brasil ocupa a 38ª colocação.

Fonte:Baguete

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E-commerce brasileiro fatura R$ 7,8 bilhões de janeiro a julho

O comércio eletrônico brasileiro faturou R$ 7,8 bilhões de janeiro a julho deste ano, um crescimento de 41,2% em comparação ao mesmo período do ano passado. O faturamento supera o total de vendas dos shopping centers da Grande São Paulo no mesmo período, estimado em R$ 7,2 bilhões.

Os dados fazem parte da pesquisa de comércio eletrônico da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio-SP), em parceria com a e-bit.

A maior presença do e-commerce no varejo levou a Fecomercio a rever a metodologia de apuração da Pesquisa Conjuntural do Comércio Varejista (PCCV) desenvolvida pela entidade mensalmente.

A partir de agora, o comércio eletrônico passa a ser acompanhado como um segmento do varejo denominado como e-PCCV. “O item foi incorporado à pesquisa como forma de reconhecimento à crescente e inegável expressividade que o comércio eletrônico vem assumindo no varejo brasileiro”, afirma o diretor executivo da Fecomercio-SP, Antonio Carlos Borges.

Só na região metropolitana de São Paulo, o e-commerce movimentou R$ 1,25 bilhão, alta de 29,3% ante igual período de 2009. Apenas no mês de julho, o segmento correspondeu a 2,3% do total das vendas na Grande São Paulo.

“Se a estima se concretizar, para os próximos dois anos, as vendas deste segmento tendem a superar as de lojas de departamento e de móveis e decoração. O comércio deixará de ser, no futuro, a nova força do varejo paulista, para ficar em sétimo lugar”, prevê Borges.

As estimativas da e-bit indicam que o comércio eletrônico deve fechar o ano de 2010 com faturamento de R$ 14,3 bilhões, uma expansão de 25% em relação ao ano anterior.

Para o varejo na Grande São Paulo, a Fecomercio projeta um crescimento total de 7% (6,6% no varejo tradicional e 25% no eletrônico) em 2010.

Fonte: Valor

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TCU aponta falhas na segurança de dados de 65% dos órgãos federais

Levantamento do Tribunal de Contas da União (TCU) apontou falhas na segurança de dados em 65% dos órgãos públicos federais. O levantamento foi feito este ano em 265 órgãos públicos, entre hospitais, universidades, ministérios, centrais de pagamento de benefícios e tribunais.

“O caso do vazamento da Receita Federal é um exemplo de falta de segurança”, diz o secretário de Fiscalização de Tecnologia da Informação do TCU, Claudio Castello Branco. Segundo ele, 97% dos funcionários dos órgãos não têm nem treinamento para retomar o sistema depois de uma pane.

“Toda a administração pública está ficando eletrônica, e é preciso combater o risco de perda de informações em processos judiciais, por exemplo”, alerta Castello Branco.

Procurado pelo G1, o Ministério do Planejamento informou que só vai se manifestar sobre o assunto quando for oficialmente informado do levantamento pelo TCU.

O TCU não divulga qual a situação de cada órgão, mas, segundo o tribunal, os que estão com melhor índice de segurança são os bancos públicos.

Os ministros do TCU apontam a necessidade de adoção de ações “urgentes” para atualizar os sistemas nos órgãos e proteger os dados sigilosos com eficiência.

Eles receberam este ano R$ 12,5 bilhões para isso. Segundo o tribunal, o “descontrole” pode ser visto como mau uso da verba do Orçamento da União.

“A fraude eletrônica hoje é a mais limpa e a mais difícil de rastrear”, diz Castello Branco. “Os sistemas de informação são o coração da administração pública. Se ela falha, tudo pode parar.”

Fonte: G1

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Acordo entre Google e AOL renovado por 5 anos

O acordo de renovação por mais cinco anos da parceria para buscas entre AOL e Google, que chegou a ser seriamente ameaçada pela intenção do Bing de entrar no negócio, não deverá ajudar o portal a reverter a perda de 11% nas receitas com buscas previstas para este ano, na casa de US$ 330 milhões, segundo a eMarketer.

Pelo modelo acertado, as duas empresas seguem dividindo receitas publicitárias, mas com expansão da união para serviços como YouTube e em pesquisas para mobiles.

Ocorre que as buscas representam somente 20% das receitas da AOL e o seu CEO Tim Armstrong confirmou ao Advertising Age que o core business da empresa é mesmo o conteúdo.

A AOL responde por somente 2,3% do total de buscas nos Estados Unidos, segundo dados de julho da ComScore. Mas Armstrong afirma que trata-se de um público leal, geralmente feminino, com idade entre 25 e 45 anos, boa renda familiar e cartões de crédito nas mãos. “Em comparação, o Beebo, que vendemos neste ano, é uma rede social para jovens. Pode ser um bom negócio para alguns, mas a audiência da AOL é melhor qualificada”, afirma.

O executivo, no entanto, teme alguma perda com receitas de buscas, que deverá ser afetada pelo rápido declínio do negócio de acesso à internet por dial-up.

Fonte:MMOnline

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Como pequenos projetos podem trazer grandes resultados

Desde que as empresas tomaram consciência de que os projetos de TI ajudam a reduzir custos, aumentar a produtividade e melhorar resultados, o número de projetos demandados pelas áreas de negócio cresce de maneira exponencial na mesa do CIO e de sua equipe.

Depois da crise financeira internacional, no entanto, o orçamento do departamento de tecnologia não acompanha o ritmo esperado de implementações. A saída encontrada por muitos excutivos para conciliar a situação está em priorizar as pequenas iniciativas, que exijam poucos recursos financeiros e tragam rápidos resultados para os usuários.

“A área de TI deve identificar o que chamo de projetos de oportunidade”, orienta o sócio da consultoria TGT Consult, Ronei Silva, ao definir que isso envolve todas as ações que podem ser adotadas em um tempo relativamente curto, mas trazem rápido retorno sobre investimento para a empresa. “Um prazo de três meses [para implementação] é o nirvana”, completa.

O grupo Dasa experimentou as vantagens de realizar uma iniciativa de curta duração e que trouxe ganhos imediatos para a companhia, que atua no segmento de medicina diagnóstica. O gerente de processos de TI da regional Sul da empresa, Miguel dos Santos Júnior, liderou um projeto que demorou apenas 15 dias para ser desenvolvido e, já no primeiro mês, resultou em uma redução de 15% a 20% na conta telefônica da corporação, que tem 300 unidades de atendimento, sob 19 marcas diferentes, e oferece 3 mil tipos de exames.

A iniciativa surgiu quando o gerente notou que faltava uma ferramenta que permitisse aos gestores de cada área de negócio controlar detalhadamente os custos mensais com telefonia dos diversos departamentos. Porém, a companhia já contava com uma planilha com o tráfego e o custo de voz detalhados por cada um dos ramais, a qual era fornecida mensalmente pela Siemens, a qual é responsável pelo outsourcing do serviços de voz da Dasa. “Com base nesse arquivo, montamos um processo para separar os dados por centro de custo”, conta o executivo.

O sistema desenvolvido pela equipe de TI permite que as informações (tráfego e custo) sejam acessadas por meio de uma página na web. Assim, o gestor de cada uma das 12 unidades de negócio pode acompanhar a conta telefônica detalhada por período. “Antes, a gestão dos custo com telefone era feita pelo departamento financeiro”, relata Santos Jr., que explica: “Agora, a maioria das áreas faz o controle mensalmente. Assim, consegue verificar um possível abuso em um mês e tomar as ações necessárias para reverter a situação.”

Após a adoção da ferramenta, o custo mensal do grupo Dasa com telefonia passou para, em média, 15 mil reais. A redução mais expressiva no valor, de aproximadamente 20%, foi obtida logo no primeiro mês de implementação do novo sistema de controle. E de acordo com o gerente, atualmente a conta está estável graças ao fato de os funcionários utilizarem os recursos telefônicos da empresa de forma mais consciente do que faziam no passado.

Santos Jr. acrescenta que o projeto também trouxe benefícios para a equipe de tecnologia da informação, que passou a ser vista pelos outros departamentos como uma área pró-ativa e envolvida com os problemas da organização. E, animado com a situação, ele afirma que tem estudado outros problemas que possam ser rapidamente resolvidos com o apoio de sua equipe. “Esses projetos dão uma visibilidade muito boa. A TI é considerada meio uma vilã nas empresas e trabalhamos para acabar com essa imagem”, constata.

Fonte: http://cio.uol.com.br/gestao/2010/05/10/como-pequenos-projetos-podem-trazer-grandes-resultados/

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