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	<title>Ivo Correia &#187; Negócios</title>
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	<description>Gestão de Projetos, Internet e Tecnologia</description>
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		<title>Como elaborar um currículo mundial</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Jan 2012 19:29:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ivo Correia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[curriculo]]></category>

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		<description><![CDATA[Para concorrer a uma vaga de emprego no exterior, não é preciso apenas ser aberto a mudanças, ter boa capacidade de adaptação e dominar outros idiomas. Como no Brasil, um dos primeiros passos para chamar a atenção do recrutador é &#8230; <a href="http://www.ivocorreia.com/2012/01/como-elaborar-um-curriculo-mundial/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para concorrer a uma vaga de emprego no exterior, não é preciso apenas ser aberto a mudanças, ter boa capacidade de adaptação e dominar outros idiomas. Como no Brasil, um dos primeiros passos para chamar a atenção do recrutador é caprichar no currículo.</p>
<p>Mas, engana-se quem pensa que basta adaptá-lo para outra língua com a ajuda do ex-professor de inglês ou daquele amigo que faz cursinho de espanhol. Quando o foco é o mercado internacional, os candidatos devem estar atentos às particularidades culturais de cada país.</p>
<p>Especialistas em Recursos Humanos (RH) garantem, no entanto, que não há razão para elaborar um CV diferente para cada lugar do mundo: a dica é ficar atento a algumas regras universais — comuns em currículos que circulam entre países da América do Norte, Europa e América Latina — que nada têm a ver com o modelo brasileiro. Evitar detalhes nos dados pessoais, contextualizar o mercado de atuação de empresas não globais, direcionar o documento de acordo com a vaga pretendida e anexar uma carta de referências são algumas delas.</p>
<p>Uma vez atento a esses detalhes, o próximo passo é pesquisar o cargo — bem como os perfis da empresa e do país a que o currículo será enviado — para evitar conflitos de informação, duplo sentido ou formalidades (e informalidades) desnecessárias.</p>
<p>— Há países que preferem um estilo enxuto e objetivo, com descrições breves; outros exigem um detalhamento maior. Nos Estados Unidos, por exemplo, não se costuma escrever o estado civil ou a idade: isso, para que o candidato não se sinta discriminado, caso seja reprovado. Em alguns lugares da Europa, por outro lado, essas informações são comuns — explica Patrícia Ceola, sócia da CY Global Language Consultants, consultoria de idiomas com foco em negócios.</p>
<p>As nuances não param por aí. Enquanto para os europeus o <em>background</em> acadêmico tem um peso maior do que a experiência de mercado, para os americanos é o contrário: o currículo funciona como um poderoso instrumento de marketing pessoal.</p>
<p>— Nos Estados Unidos, o perfil comportamental é muito valorizado. Experiências que envolvem voluntariado, empreendedorismo e liderança contam muito. A dica é não economizar linhas para especificar detalhes sobre competências técnicas e resultados atingidos em cada cargo — afirma Samuel Lloyd, gerente de Marketing do Student Travel Bureau (STB), agência de intercâmbio e trabalho no exterior.</p>
<p>É o que o engenheiro civil João Paulo Carvalho, de 37 anos, procurou fazer na hora de elaborar um currículo em inglês para concorrer a vagas internacionais da Ecology and Environment do Brasil, onde trabalha como engenheiro de projetos há seis meses:</p>
<p>— Eu tive dificuldades para usar os termos técnicos adequados para descrever minhas habilidades. Por isso, entendo que vale a pena pesquisar a fundo, se o candidato vai concorrer a uma vaga específica, num determinado local.</p>
<p><strong>Em busca do texto e do formato ideais</strong></p>
<p>Diferentemente do padrão brasileiro, em que as pessoas usam o mesmo currículo para se candidatar a diferentes empregos e empresas, no exterior o ideal é adaptar o documento segundo as características de cada vaga. A dica é o candidato deixar claro o quanto é capaz de realizar as atividades previstas pela função.</p>
<p>Segundo Maria Lúcia Willemsens, diretora superintendente da Cultura Inglesa, o profissional pode e deve incluir, no documento, um <em>briefing</em> que descreva suas principais características e pontos fortes:</p>
<p>— Quem busca um novo cargo de gerência, por exemplo, deve ressaltar sua habilidade de liderar equipes e estimular um ambiente adequado de trabalho. É preciso realçar aptidões e atitudes direcionadas ao objetivo almejado.</p>
<p><strong>Jornalista teve que reenviar currículo em outro formato</strong></p>
<p>Segundo Andreza Santana, gerente de Marketing Sênior da Monster Brasil — empresa americana especializada em recrutamento e seleção, presente em 55 países — o <em>briefing</em> é apenas um dos passos para o profissional que busca uma vaga no exterior convencer o recrutador de que eles devem se conhecer:</p>
<p>— Quem está contratando tem que bater o olho no currículo e identificar uma evolução na carreira. Por isso é tão importante, no CV com foco internacional, esmiuçar as principais realizações. O profissional deve explicar como encontrou e deixou o cargo, apresentando resultados.</p>
<p>A parte de competências e habilidades técnicas é tão valorizada pelo mercado internacional que, em alguns casos, vale a pena o candidato esquecer a estrutura resumida em itens para investir em um texto corrido, mais trabalhado. Foi o que o jornalista Henrique Dias, que trabalha como<em>freelancer</em>, precisou fazer para concorrer a uma vaga para trabalhar na BBC, em Londres:</p>
<p>— O recrutador da emissora chegou a pedir que eu reenviasse o currículo, explorando mais minhas competências e trajetória profissional.</p>
<p>Talvez o jornalista não esbarrasse com esse problema se tivesse pesquisado um modelo adequado de currículo em sites de consultorias internacionais de RH. Solicitar a revisão do texto a professores do idioma também é recomendável, lembrando que nem sempre é possível confiar nos sites de tradução da internet.</p>
<p>Além de cumprir essas etapas, a analista de marketing Andréa Soares — que está de mudança para Nova York — pretende pedir a colegas americanos, que trabalham com publicidade, para darem uma olhada no formato e no conteúdo do seu currículo. E já pensa em providenciar uma carta de recomendação:</p>
<p>— Minha ideia é colocar no currículo contatos de referência. Soube que em Nova York as pessoas realmente ligam ou enviam e-mail para as empresas anteriores na tentativa de se informar sobre o candidato.</p>
<p><strong>Particularidades lá de fora</strong></p>
<p><em><strong>- Dados pessoais:</strong></em> Não é preciso informar idade e estado civil, principalmente se o currículo for direcionado ao mercado americano. Já especificar que tipo de visto o candidato tem para trabalhar é fundamental.</p>
<p><em><strong>- Perfil:</strong></em> Ao invés de apenas listar cargos, o candidato deve investir em uma descrição detalhada de atividades e resultados atingidos.</p>
<p><em><strong>- Contexto:</strong></em> É importante descrever quais são os mercados de atuação das empresas pelas quais o candidato já passou, afinal, o recrutador de outro país pode não conhecê-las.</p>
<p><em><strong>- Idiomas:</strong></em> A melhor forma de comprovar o domínio de uma determinada língua é através de certificações internacionais, como TOEFL, Cambridge ou Dele.</p>
<p><em><strong>- Referências:</strong></em> Anexar uma carta de recomendação ou o endereço do LinkedIn — para que o recrutador conheça a rede de relacionamentos do candidato — pode ser uma vantagem competitiva na seleção.</p>
<p>Fonte: http://www.seculoxximinas.com.br/gestaopessoas/artigos.asp?cod_noticia=40</p>
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		<title>Estratégias de planejamento para CIOs</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Sep 2011 21:03:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ivo Correia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gerenciamento de Projetos]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia da Informação]]></category>
		<category><![CDATA[CIO]]></category>
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		<category><![CDATA[gerenciamento de TI]]></category>
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		<category><![CDATA[projetos]]></category>
		<category><![CDATA[TI]]></category>

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		<description><![CDATA[A TI ganhou as atenções no VIII Seminário de Gerenciamento de Projetos, numa exposição de estratégias de planejamento na TI. André Iriart Corrêa (Agco Brasil), Rosane Bagani (Unimed Porto Alegre) e Ernesto Dottori (Dimed) dividiram a mesa. Lindando diariamente com &#8230; <a href="http://www.ivocorreia.com/2011/09/estrategias-de-planejamento-para-cios/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A TI ganhou as atenções no VIII Seminário de Gerenciamento de Projetos, numa exposição de estratégias de planejamento na TI. André Iriart Corrêa (Agco Brasil), Rosane Bagani (Unimed Porto Alegre) e Ernesto Dottori (Dimed) dividiram a mesa.</p>
<p>Lindando diariamente com dezenas de projetos simulatâneos, os executivos dessas empresas enfrentam os mesmos problemas que operações não tão grandes: prazos, investimentos e  riscos.</p>
<p>Cada um ao seu jeito, os líderes encontram soluções adequadas ao perfil da companhia, das equipes e dos conselhos, cientes sempre de que nem tudo é amizade no mundo do gerenciamento de TI.</p>
<p>“Às vezes o bicho pega”, diz Rosane Bagani, representante da Unimed Porto Alegre.</p>
<p><strong>TI participativa</strong><br />
Integrante de uma empresa com US$ 8,5 bilhões de faturamento em 2010, e com grande parte do volume de vendas no Brasil, André Iriart Corrêa revelou que a Agco adotou um sistema de TI participativa.</p>
<p>“Nos valemos da ferramenta Brightidea (com parceria da Simplez) para convidar os diretores a participar do planejamento estratégico, indicando pessoas para incluir conteúdos”, relata Corrêa.</p>
<p>Os usuários convidados inseriram suas sugestões de demandas de TI, com base no planejamento estratégico da empresa. Por ser na nuvem, a ferramenta incentivou a participação e a criatividade.</p>
<p>“Vimos que a maioria das sugestões foram enviadas por pessoas nos dias de folga. O camarada tava em casa, tomando um uisquinho e pensando no planejamento da empresa”, brincou o CIO.</p>
<p>Feita a capitação, foram registrados 121 projetos, sendo 49 estratégicos e 72 operacionais.</p>
<p>As sugestões foram classificadas de acordo com o seu valor de negócios, uma fórmula calculando o business value e o risco. As prioridades foram atribuídas de acordo com esses parâmetros.</p>
<p>“O que era menos arriscado e tinha o maior retorno era o mais importante”, resumiu o executivo.</p>
<p>Corrêa não revelou os números de sua equipe de TI.</p>
<p><strong>Portfólio dinâmico</strong><br />
Já na Unimed Porto Alegre, conta Rosane Bagani, as coisas não são tão democráticas.</p>
<p>“Temos um número certo de participantes e um prazo curto que tem que ser cumprido a fim de inserir os dados do planejamento estratégico”, relatou.</p>
<p>No último ano, contou Rosane, foram 120 novos projetos de TI propostos na Unimed da capital gaúcha, demanda absorvida pela equipe de 41 funcionários da área na empresa, já encarregada de 135 servidores e mil estações de trabalho.</p>
<p>Segundo Rosane, a equipe chega a dobrar ou triplicar com terceirizados, dependendo da demanda interna de suporte, governança e desenvolvimento de sistemas.</p>
<p>“Por isso a peneira é estreita. Os projetos têm que ser justificados com necessidade, resultado esperado, mensuração e benefício para a área”, enfatizou. Na última “gestação” de projetos, como chamam Rosane, apenas sete dos projetos foram considerados sistemas críticos e prioritários.</p>
<p>Parece um método rígido, mas tem lá sua flexibilidade.</p>
<p>“Nosso portfólio não é estático. Temos reuniões mensais para avaliar a substituição ou inclusão de outras demandas, de acordo com a necessidade e as possibilidades”, explica.</p>
<p><strong>Pendência zero</strong><br />
O sistema de avaliações periódicas também é adotado na Dimed.</p>
<p>Grupo com faturamento previsto em R$ 850 milhões em 2011 e uma equipe de TI de 74 colaboradores – sendo metade focada em desenvolvimento – o Dimed tem uma área técnica que preza a agilidade.</p>
<p>“Nosso DNA é o varejo, e o varejo muda muito rápido”, explicou Carlos Ernesto Dattori.</p>
<p>Dentro da empresa, os processos são decididos por 13 pessoas, que aprontam as prioridades, seguindo os preceitos do PMI e do RUP. Sobre esse grupo, recai a estratégia chave da TI da Dimed: priorizar.</p>
<p>“A TI executa. Priorização é coisa da gerência, da área de negócios. Pra nós, o gerente é aquele capaz de olhar todo o processo e definir o que deve ser feito antes”, taxou Dattori.</p>
<p>Segundo o executivo, a postura na empresa é de pendência zero, por um motivo muito simples: se não está feito no prazo, é porque não foi priorizado. “Pendência é o que não foi priorizado, e se não é prioridade, pode ficar pra depois. Então, não pode ser uma pendência”, explicou.</p>
<p>Com a lista de prioridades na mão, revista periodicamente pela equipe de planejamento, é que Dattori conseguiu entregar no prazo dois projetos, de 7 mil e 4 mil horas, no último planejamento estratégico.</p>
<p>“Eram a farmácia popular e CD Maringá. Coisas que não estavam na nossa lista inicial. Ou seja, surgiram inesperadamente, e fecharam no prazo”, comemora.</p>
<p>Para Dattori, TI com as prioridades certas sempre acertará o prazo.<br />
Fonte: http://www.baguete.com.br/noticias/negocios-e-gestao/16/09/2011/estrategias-de-planejamento-para-cios</p>
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		<title>Recomendações para inovação em governo</title>
		<link>http://www.ivocorreia.com/2011/07/recomendacoes-para-inovacao-em-governo/</link>
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		<pubDate>Tue, 19 Jul 2011 22:35:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ivo Correia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[governo]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>

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		<description><![CDATA[O Governo da Austrália é um dos mais adiantados em termos de inovação. Assertivo e bem estruturado, desde o conceito de inovação em governo, até os métodos de implantação nas agências governamentais, amplamente abordados no relatório  Innovation in the Public &#8230; <a href="http://www.ivocorreia.com/2011/07/recomendacoes-para-inovacao-em-governo/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O  Governo da Austrália é um dos mais adiantados em termos de inovação.  Assertivo e bem estruturado, desde o conceito de inovação em governo,  até os métodos de implantação nas agências governamentais, amplamente  abordados no relatório  <a href="http://www.anao.gov.au/bpg-innovation/pdf/BPG-Innovation.pdf">Innovation in the Public Sector</a>, os australianos tem contribuído muito como exemplo de governança em inovação.<br />
Para o governo australiano não existem dúvidas quanto aos desafios da gestão pública neste século:</p>
<blockquote><p>&#8220;Os  governos e serviços públicos em todo o mundo estão lutando com questões  muito complexas, como mudanças climáticas, preocupações com a  segurança, crises econômicas e os desafios da saúde, como obesidade e  diabetes, para citar apenas alguns. Fazer  progressos nessas áreas requer, entre outras coisas, procurar maneiras  melhores e mais inovadoras para realizar nossa missão de serviço  público&#8230; Cada  vez mais, os governos estão à procura de soluções inovadoras para esses  problemas complexos, que exigem conjuntos complexos de competências,  estratégias de comunicação inovadoras e níveis sem precedentes de  cooperação entre os cidadãos, comunidades e governos.&#8221;</p></blockquote>
<p>Com a publicação de outro relatório, o <a href="http://www.apsc.gov.au/mac/empoweringchange.htm">Empowering change: Fostering innovation in the Australian Public Service</a>,  considero que temos o mais completo guia de inovação em governo  publicado até este momento. Do relatório, que inclui um apêndice de  cases internacionais, retiramos, além do parágrafo acima, doze  recomendações destinadas a apoiar o governo que pretende inovar em  processos, serviços e políticas, agrupadas em cinco categorias e a  seguir adaptadas para serem reproduzidas por qualquer governo.</p>
<p>Estratégia e Cultura<br />
Recomendação 1<br />
A inovação precisa fazer parte do pensamento estratégico dos órgãos governamentais e inserida em seu planejamento. Para  implementar uma cultura de inovação os órgãos devem incluir no plano as  estratégias para identificar e buscar soluções inovadoras. Um processo como a Abordagem de Três Horizontes é um exemplo de como isso pode ser iniciado:</p>
<ul>
<li>Horizonte 1- Qual é o <em> <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Core%20business">core business</a></em> do órgão? O  que é necessário para conduzi-lo agora e em quais áreas poderia ser  simplificado, reduzido ou interrompido com melhorias e inovação?</li>
<li>Horizonte 2- Quais são as áreas emergentes do órgão? Quais recursos e capacidades serão necessários para abranger as áreas e em que prazo? Algumas  das áreas de trabalho emergente podem impulsionar a mudança e inovação?  em caso afirmativo, quais são as prioridades de inovação?</li>
<li>Horizonte 3- Olhando para o futuro, quais são os grandes problemas ou oportunidades? Existem resultados de inovação viáveis que possam reduzir a incerteza ou risco de problemas futuros?</li>
</ul>
<p>Recomendação 2<br />
O fluxo de informações facilita a inovação é a chave para uma maior inovação no governo. Embora  sempre haverá algumas restrições sobre o compartilhamento de informação  no setor público, o governo deverá adotar uma cultura de transparência  na elaboração e execução da política governamental.<br />
Isto  exigirá uma mudança de paradigma na abordagem de muitas agências de  desenvolvimento, onde grande parte das novas idéias é feito em um clima  secreto. Em  particular, deve adotar práticas inovadoras e de uma maior abertura  para o desenvolvimento de novas propostas políticas, através de  reformas, tais como:</p>
<ul>
<li>introdução de consultores externos no processo do desenvolvimento de políticas</li>
<li>consulta de processos transparente e  <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Open%20Innovation">open innovation</a></li>
<li>rever a justificativa para as restrições de dados, visto que uma maior disponibilidade de dados vai impulsionar a inovação</li>
<li>identificar os riscos associados com um projeto inovador e como ele será gerido</li>
<li>incluir a análise do processo na avaliação do programa e nos resultados de entrega.</li>
</ul>
<h5>Recomendação 3</h5>
<div>Uma  característica específica do ambiente do setor público é o risco  político e sua gestão. Para facilitar a inovação, especialmente quando a  inovação é radical ou em larga escala e onde os riscos são altos, os  governos devem identificar e gerenciar ambientes de risco para permitir o  surgimento de abordagens inovadoras. É uma recomendação de  identificação e controle.</p>
</div>
<h4>Liderança</h4>
<h4>Recomendação 4</h4>
<h4>Liderança é um fator crítico na criação de um setor público mais inovador. A construção de uma cultura de inovação no setor público requer liderança apoiadas por:</h4>
<ul>
<li>ferramentas adequadas e treinamento focado na implementação</li>
<li>usar a inovação como um critério na liderança, no recrutamento e na gestão de desempenho</li>
<li>identificação dos objetivos do órgão para a inovação de desempenho</li>
<li>relatório anual do desempenho da inovação pelos órgãos</li>
<li>apoio às comunidades de prática (grupos de profissionais que exploram temas comuns) <strong>dentro</strong> das Secretarias e <strong>entre</strong> Secretarias</li>
<li>incentivo  às abordagens da equipe para resolver problemas de forma criativa,  incluindo os agentes externos, clientes/cidadãos e fornecedores</li>
<li>facilitar a abertura a novas idéias e influências através de programas de intercâmbio de pessoal</li>
<li>identificar os ativistas da inovação para projetos ou problemas específicos.</li>
</ul>
<h5>Recomendação 5</h5>
<h5>O setor público não tem os condutores da inovação competitiva, como acontece no setor privado. Portanto, é necessário adotar uma abordagem mais pro-ativa para incorporar a inovação em suas operações.</h5>
<h5>Para facilitar a adoção de práticas inovadoras, os órgãos podem se basear na <a href="http://www.apsc.gov.au/mac/empoweringchange.htm#a4">Caixa de Ferramentas de Inovação</a> para contratar pessoal e construir conhecimento e experiência no processo de inovação.</h5>
<h5>A Caixa de Ferramentas de Inovação, que <a href="http://ferramentasdeinovacao.blogspot.com/">temos aqui</a> alguns fundamentos em português,  estabelece as abordagens que os  órgãos podem adotar para capitalizar as oportunidades de inovação e, ao  longo do tempo, incorporar uma cultura de inovação dentro da  organização.</h5>
<h4>Questões estruturais</h4>
<h5>Recomendação 6</h5>
<div>As barreiras sistêmicas para a inovação devem ser desafiadas de uma forma transparente e igualmente sistêmica.Existem modelos que poderiam ser adotados e que são utilizados dentro do governo e do setor privado.</p>
<p>Recomendação 7</p>
</div>
<div>Processos  de financiamento podem funcionar como um contra-incentivo à inovação,  uma vez que transfere todos os riscos para a agência de inovação que  tomou o financiamento.</p>
</div>
<h5>Recomendação 8</h5>
<div>Colaboração e experimentação são dois elementos essenciais para a realização da inovação. Para inserir estes no setor público, o órgão deve elaborar um programa de experimentação de colaboração, inspiradas no <a href="http://www.mind-lab.dk/en/om">MindLab dinamarquês</a>, para desenvolver soluções e testes para os problemas, nomeadamente nos domínios da política e prestação de serviços.<br />
A  atividade principal no âmbito deste programa será o desenvolvimento e  implementação de projetos-piloto de colaboração e ensaios.</p>
</div>
<h4>Recursos e gestão da inovação</h4>
<h5>Recomendação 9</h5>
<div>A  tecnologia está remodelando interações públicas com empresas e governo e  aumentando as expectativas do público para o engajamento e prestação de  serviços. Para atender a estas expectativas, os órgãos devem, de forma oportuna e inteligente, adotar:</div>
<ul>
<li>As abordagens e Ferramentas da Web 2.0</li>
<li>Sistemas de Gestão de Idéias</li>
</ul>
<div>Na Austrália existe o trabalho do <a href="http://gov2.net.au/">Govern 2.0 Taskforce</a> que fornece orientações essenciais e recomendações sobre questões de Web 2.0.</p>
<p>O Governo de São Paulo, por exemplo, desenvolve a <a href="http://sites.google.com/a/igovsp.net/igovsp/">iGovSP</a> com propósito bastante semelhante.</p>
</div>
<h5>Recomendação 10</h5>
<div>Contratos podem promover soluções inovadoras para os desafios do setor público.<br />
É  recomendado que os órgãos, ao efetuarem compras e cotações, visem  também facilitar soluções inovadoras, centrando-se nos resultados, ao  invés de especificações, adotando as seguintes posturas:</div>
<ul>
<li>ser aberto com os fornecedores potenciais sobre o que o órgão está tentando alcançar e por quê.</li>
<li>envolver-se  com o mercado antes de iniciar o processo de contratação, para  identificar o problema a ser resolvido e avaliar o que o mercado pode  oferecer.</li>
<li>criação  de um portal seguro para a recepção de propostas não solicitadas, em  que os fornecedores em potencial podem sugerir propostas inovadoras, sem  arriscar a perda de propriedade intelectual ou vantagem competitiva.</li>
</ul>
<h5>Recomendação 11</h5>
<div>Para  defender a liderança do pensamento, formação e coordenação da ação  inovadora, e manter a excelência em cima da inovação no setor público, o  órgão responsável pela criação, ação e condução de programas inovadores deve incluir:</div>
<ul>
<li>criação  e manutenção de um website sobre inovação, para apoiar os programas dos  órgãos e oferecer conhecimento aos funcionários públicos</li>
<li>formalização e apoio à inovação do setor público, criando e ajudando a criar comunidades de prática.</li>
</ul>
<h4>Reconhecimento, compartilhamento e aprendizagem</h4>
<h5>Recomendação 12</h5>
<div>Para  a divulgação e difusão de inovações, os órgãos e suas agências do  Estado devem criar mecanismos para reconhecimento dos esforços de  inovação, incluindo:</div>
<ul>
<li>apoio  e desenvolvimento de uma rede de inovação no Setor Público, para criar  um intercâmbio de conhecimentos e recursos de inovação;</li>
<li>conferência  anual de inovação do setor público, reunindo profissionais de inovação  deste segmento para partilhar experiências de processos de inovação e  seus resultados;</li>
<li>prêmios  (possivelmente em conjunto com a conferência) para a inovação no setor  público, que reconhece os esforços inovadores de indivíduos, equipes e  departamentos. Outro exemplo paulista é o <a href="http://www.premiomariocovas.sp.gov.br/">Prêmio Governador Mário Covas</a> de Inovação; e</li>
<li>parceria com a academia para estudar e compartilhar aprendizados sobre a inovação no setor público.</li>
</ul>
<div>É muito nítido o plano de inovação em governo da Austrália e novamente recomendo sua leitura, <a href="http://www.apsc.gov.au/mac/empoweringchange.htm">acessando aqui</a>.  O documento ilumina o caminho para aqueles governos, e não são poucos,  que já entenderam a necessidade de mudança, mas talvez ainda não  perceberam para onde e com qual objetivo.</div>
<div></div>
<div>Fonte: Terraforum</div>
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		<title>Sete tecnologias devem estar no radar dos CIOs nos próximos 3 anos</title>
		<link>http://www.ivocorreia.com/2010/11/sete-tecnologias-devem-estar-no-radar-dos-cios-nos-proximos-3-anos/</link>
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		<pubDate>Wed, 24 Nov 2010 14:15:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ivo Correia</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com a previsão de que a indústria de TI alcançará a incrível marca de 3,5 trilhões de dólares em receita em 2011; além da indicação de que o setor crescerá, sensivelmente, nos próximos cinco anos, o Gartner Inc., apresenta  questões &#8230; <a href="http://www.ivocorreia.com/2010/11/sete-tecnologias-devem-estar-no-radar-dos-cios-nos-proximos-3-anos/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com a previsão de que a indústria de TI alcançará a incrível marca de 3,5 trilhões de dólares em receita em 2011; além da indicação de que o setor crescerá, sensivelmente, nos próximos cinco anos, o Gartner Inc., apresenta  questões que merecem atenção e estratégias mais claras dos analistas de negócios e de TI.</p>
<p>&#8220;Estamos cada vez mais vivendo, jogando e trabalhando em um mundo digital. Em breve, será quase inevitável não participar dele&#8221;, disse o vice-presidente da Gartner, Stephen Prentice, durante o Gartner Symposium / ITxpo 2010, que acontece em Cannes, na França, até a próxima quinta-feira (11/11).</p>
<p>&#8220;Em 2012, a Internet será 75 vezes maior do que era em 2002, por isso temos que considerar essa expansão. Hoje, se o Facebook fosse um país, ele estaria em terceiro lugar no mundo em quantidade populacional, atrás apenas da China e da Índia. Outras realidades importantes como o tráfego de dados e os dispositivos móveis também que não podem ser ignoradas. A receita de aparelhos portáteis como smartphones e tablets deve saltar dos 60 bilhões de 2010 para mais de 200 bilhões em 2020&#8243;, completou Prentice.</p>
<p>Como a indústria de TI caminha rumo a uma taxa composto de crescimento anual (CAGR) de quatro pontos percentuais durante os próximos cinco anos, a empresa de pesquisa identificou as sete tendências mais importantes em termos de negócios e TI. As sete questões incluem:</p>
<p><strong>Integração entre Tecnologia da Informação (TI) e Tecnologia Operacional (TO)</strong></p>
<p>Os executivos estão notando que é possível reduzir custos e aprimorar a eficiência de uma gestão, integrando as equipes de TI e de tecnologia operacional (TO). Apesar dos esforços serem desafiadores, os benefícios resultantes da simplificação dos orçamentos, do planejamento coordenado, das decisões mais consistentes em termos de estrutura tecnológica e, principalmente, da expansão do poder de compra, torna cada vez atraente e mais importante tal alinhamento.</p>
<p><strong>Participação das empresas em mecanismos sociais</strong></p>
<p>Até 2015, 80% não terão uma abordagem coerente para lidar com recursos coletivos. Hoje, as mídias sociais estão mudando a maneira de trabalhar e de realizar negócios. &#8220;Compreender o poder das comunidades, as expectativas de seus diferentes usuários, seus desejos e como é possível interagir com todos, está se tornando essencial para a realização de negócios no século 21&#8243;, declarou o vice presidente da Gartner, Ken McGee.</p>
<p>&#8220;No entanto, na próxima década, serão investidas grandes quantias financeiras e uma enorme quantidade de tempo para descobrir como líderes de negócios e TI aproveitarão melhor o poder e a influência das redes sociais&#8221;, completou McGee.</p>
<p><strong>Pattern-Based Strategy</strong></p>
<p>As estratégias baseadas em modelos fornece um mecanismo para procurar ativamente os principais indicadores, muitas vezes chamados de sinais &#8220;weak&#8221; que formam padrões no mercado.</p>
<p>&#8220;Descobrimos que os líderes sêniors das áreas de negócios e TI veem a falta compartilhamento de informações como uma barreira para o crescimento&#8221;, disse Prentice.</p>
<p><strong>Computação em nuvem</strong></p>
<p>Até 2016, todas as empresas do ranking da Forbes Global 2000 implementarão serviços na nuvem. Isso representa uma mudança no relacionamento entre os provedores e consumidores de soluções de TI. Ela constitui a fonte de uma grande mudança que resultará em um novo modo de relacionamento entre aqueles que usam e os que os vendem serviços de TI.</p>
<p>Segundo a Gartner, a receita mundial de serviços em nuvem (incluindo serviços públicos e privados) deve chegar a 148,8 bilhões dólares em 2014.</p>
<p><strong>Context-Aware Computing</strong></p>
<p>A computação consciente se aproveitará da situação para estabelecer uma nova era de realidade aumentada.</p>
<p>Mais de 150 bilhões de dólares em gastos globais de telecomunicação migrarão de serviços para aplicações até 2012, e o mercado global de serviços de conteúdo será de 215 bilhões de dólares.</p>
<p>Em 2016, um terço dos consumidores de marketing móvel do mundo será serviços de computação de conteúdo.</p>
<p><strong>Sustentabilidade</strong></p>
<p>Até 2016, questões de sustentabilidade crescerão nas despesas das empresas. Diante das previsões climáticas, as organizações devem se antecipar ao debate sobre questões fundamentais como energia, água e os gases causadores do efeito estufa, como também sobre esgotamento de recursos naturais, extinção de espécies, bio-diversidade e justiça ambiental.</p>
<p>Para isso, os sistemas de informação serão fundamentais na administração, controle e observação dos serviços corporativos voltados para responsabilidade social, permitindo novos e mais sustentáveis modelos de negócio. No entanto, ainda será inevitável que existam dilemas entre o desempenho financeiro e operacional de uma empresa e seu desempenho ambiental.</p>
<p><strong>Novas Realidades</strong></p>
<p>Com a recente recessão global, os executivos devem encontrar novas maneiras de promover crescimento a suas empresas em termos de receita, empregos e participação na indústria. Diante deste novo clima de negócios, custos e otimização dos valores devem ser prioridade, durante a busca pela expansão contínua.</p>
<p>Fonte: Revista CIO</p>
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		<title>6ª edição do EMM Brasil ocorre no Rio de Janeiro</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Nov 2010 17:18:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ivo Correia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[E-mail Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>

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		<description><![CDATA[A 6ª edição do E-mail Marketing Brasil ocorre no Rio de Janeiro, na terça-feira, 9, a partir das 8h30, no Windsor Guanabara Palace Hotel (Avenida Presidente Vargas, 392). Promovido pela Dinamize, empresa gaúcha especializada em e-mail marketing, o EMM Brasil &#8230; <a href="http://www.ivocorreia.com/2010/11/6%c2%aa-edicao-do-emm-brasil-ocorre-no-rio-de-janeiro/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A 6ª edição do E-mail Marketing Brasil ocorre no Rio de Janeiro, na terça-feira, 9, a partir das 8h30, no Windsor Guanabara Palace Hotel (Avenida Presidente Vargas, 392).</p>
<p>Promovido pela Dinamize, empresa gaúcha especializada em e-mail marketing, o EMM Brasil 2010 tem por objetivo orientar empresários cariocas sobre como eliminar os mitos referentes à ferramenta, além de passar conhecimentos gerais de como usufruir do potencial de venda do e-mail marketing.</p>
<p>O evento inicia com a apresentação de três palestras: Os Assassinos de Mídias X Classe C e E-commerce, com Jonatas Abbott, diretor de Marketing da Dinamize; Redes Sociais: Estratégias e Mensuração, com Martha Gabriel, professora dos cursos de MBA da BSP Business School São Paulo; e Passo a passo para um bom e-mail marketing, com Rodrigo de Almeida, diretor comercial da Dinamize.</p>
<p>Além das palestras, a edição conta com cases das marcas Saraiva, Carrefour, Wallmart e Lojas MM, que utilizaram a ferramenta de comunicação de forma consciente. Quem apresenta  os benefícios e resultados conquistados pelas empresas é  Rodrigo Schmidt da Agência Insight Media.</p>
<p>O evento tem um investimento de R$ 100 para profissionais. Clientes Dinamize têm 50% de desconto.</p>
<p>Fonte: Baguete</p>
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		<title>São Luís faz concorrência por marca turística</title>
		<link>http://www.ivocorreia.com/2010/10/sao-luis-faz-concorrencia-por-marca-turistica/</link>
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		<pubDate>Sun, 24 Oct 2010 15:58:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ivo Correia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Novidades]]></category>

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		<description><![CDATA[Designers e diretores de arte brasileiros: está aberta a concorrência que vai escolher uma marca turística para São Luís do Maranhão. A prefeitura, com isso, dá o primeiro passo no plano estratégico de marketing para desenvolver o turismo na cidade, &#8230; <a href="http://www.ivocorreia.com/2010/10/sao-luis-faz-concorrencia-por-marca-turistica/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Designers e diretores de arte brasileiros: está aberta a concorrência que vai escolher uma marca turística para São Luís do Maranhão. A prefeitura, com isso, dá o primeiro passo no plano estratégico de marketing para desenvolver o turismo na cidade, que leva assinatura do consórcio Chias Marketing e Máquina Public Relations. A Chias foi a responsável pela criação dos planos estratégicos de marketing do Brasil (Plano Aquarela/ Plano Cores do Brasil/ Marca Brasil) e da Espanha.</p>
<p>Desenvolvida e realizada pela ADG Brasil – Associação dos Designers Gráficos, entidade de classe do setor, a disputa tem o como objetivo envolver profissionais que sejam referência em comunicação visual, alavancando a divulgação da marca de São Luís. O total em prêmios é de R$ 50 mil.</p>
<p>&#8220;A criação da marca turística é uma das ações que temos feito para que São Luís se consolide como um destino turístico competitivo e capaz de atrair novos turistas, além de fidelizar os que já visitam a cidade, seja a lazer ou a negócios&#8221;, explica, em comunicado, o secretário Municipal de Turismo de São Luís, Liviomar Macatrão.</p>
<p>A concorrência terá duas fases: a primeira terá início nesta segunda-feira, 25, com o começo das inscrições e envio dos portfólios para avaliação. Na segunda fase acontece a seleção dos cinco profissionais/ escritórios finalistas, que receberão um briefing da comissão técnica. &#8220;A ideia é democratizar esse processo de criação, abrindo uma concorrência em que possam participar profissionais maranhenses, mas também de outras partes do Brasil. E como pretendemos para São Luís o melhor que o turismo pode oferecer, por que não os melhores profissionais de design e direção de arte para produzir essa Marca, que será referência para São Luís?&#8221;, finalizou Macatrão.</p>
<p>O regulamento da concorrência estarão disponíveis no site da ADG Brasil de 25 de outubro a 08 de novembro de 2010.</p>
<p>Fonte: http://www.mmonline.com.br/noticias.mm?url=Sao_Luis_faz_concorrencia_por_marca_turistica</p>
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		<title>E-commerce brasileiro fatura R$ 7,8 bilhões de janeiro a julho</title>
		<link>http://www.ivocorreia.com/2010/09/e-commerce-brasileiro-fatura-r-78-bilhoes-de-janeiro-a-julho/</link>
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		<pubDate>Wed, 29 Sep 2010 00:25:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ivo Correia</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[comércio eletrônico]]></category>
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		<category><![CDATA[e-PCCV]]></category>
		<category><![CDATA[Fecomercio]]></category>

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		<description><![CDATA[O comércio eletrônico brasileiro faturou R$ 7,8 bilhões de janeiro a julho deste ano, um crescimento de 41,2% em comparação ao mesmo período do ano passado. O faturamento supera o total de vendas dos shopping centers da Grande São Paulo &#8230; <a href="http://www.ivocorreia.com/2010/09/e-commerce-brasileiro-fatura-r-78-bilhoes-de-janeiro-a-julho/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O comércio eletrônico brasileiro faturou R$ 7,8 bilhões de janeiro a julho deste ano, um crescimento de 41,2% em comparação ao mesmo período do ano passado. O faturamento supera o total de vendas dos shopping centers da Grande São Paulo no mesmo período, estimado em R$ 7,2 bilhões.</p>
<p>Os dados fazem parte da pesquisa de comércio eletrônico da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio-SP), em parceria com a e-bit.</p>
<p>A maior presença do e-commerce no varejo levou a Fecomercio a rever a metodologia de apuração da Pesquisa Conjuntural do Comércio Varejista (PCCV) desenvolvida pela entidade mensalmente.</p>
<p>A partir de agora, o comércio eletrônico passa a ser acompanhado como um segmento do varejo denominado como e-PCCV. “O item foi incorporado à pesquisa como forma de reconhecimento à crescente e inegável expressividade que o comércio eletrônico vem assumindo no varejo brasileiro”, afirma o diretor executivo da Fecomercio-SP, Antonio Carlos Borges.</p>
<p>Só na região metropolitana de São Paulo, o e-commerce movimentou R$ 1,25 bilhão, alta de 29,3% ante igual período de 2009. Apenas no mês de julho, o segmento correspondeu a 2,3% do total das vendas na Grande São Paulo.</p>
<p>“Se a estima se concretizar, para os próximos dois anos, as vendas deste segmento tendem a superar as de lojas de departamento e de móveis e decoração. O comércio deixará de ser, no futuro, a nova força do varejo paulista, para ficar em sétimo lugar”, prevê Borges.</p>
<p>As estimativas da e-bit indicam que o comércio eletrônico deve fechar o ano de 2010 com faturamento de R$ 14,3 bilhões, uma expansão de 25% em relação ao ano anterior.</p>
<p>Para o varejo na Grande São Paulo, a Fecomercio projeta um crescimento total de 7% (6,6% no varejo tradicional e 25% no eletrônico) em 2010.</p>
<p>Fonte: Valor</p>
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		<title>Acordo entre Google e AOL renovado por 5 anos</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Sep 2010 22:25:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ivo Correia</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[aol]]></category>
		<category><![CDATA[Bing]]></category>
		<category><![CDATA[google]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>

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		<description><![CDATA[O acordo de renovação por mais cinco anos da parceria para buscas entre AOL e Google, que chegou a ser seriamente ameaçada pela intenção do Bing de entrar no negócio, não deverá ajudar o portal a reverter a perda de &#8230; <a href="http://www.ivocorreia.com/2010/09/acordo-entre-google-e-aol-renovado-por-5-anos/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O acordo de renovação por mais cinco anos da parceria para buscas entre AOL e Google, que chegou a ser seriamente ameaçada pela intenção do Bing de entrar no negócio, não deverá ajudar o portal a reverter a perda de 11% nas receitas com buscas previstas para este ano, na casa de US$ 330 milhões, segundo a eMarketer.</p>
<p>Pelo modelo acertado, as duas empresas seguem dividindo receitas publicitárias, mas com expansão da união para serviços como YouTube e em pesquisas para mobiles.</p>
<p>Ocorre que as buscas representam somente 20% das receitas da AOL e o seu CEO Tim Armstrong confirmou ao Advertising Age que o core business da empresa é mesmo o conteúdo.</p>
<p>A AOL responde por somente 2,3% do total de buscas nos Estados Unidos, segundo dados de julho da ComScore. Mas Armstrong afirma que trata-se de um público leal, geralmente feminino, com idade entre 25 e 45 anos, boa renda familiar e cartões de crédito nas mãos. &#8220;Em comparação, o Beebo, que vendemos neste ano, é uma rede social para jovens. Pode ser um bom negócio para alguns, mas a audiência da AOL é melhor qualificada&#8221;, afirma.</p>
<p>O executivo, no entanto, teme alguma perda com receitas de buscas, que deverá ser afetada pelo rápido declínio do negócio de acesso à internet por dial-up.</p>
<p>Fonte:MMOnline</p>
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		<title>Como pequenos projetos podem trazer grandes resultados</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Sep 2010 22:21:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ivo Correia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia da Informação]]></category>
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		<category><![CDATA[tecnologia da informação]]></category>
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		<description><![CDATA[Desde que as empresas tomaram consciência de que os projetos de TI ajudam a reduzir custos, aumentar a produtividade e melhorar resultados, o número de projetos demandados pelas áreas de negócio cresce de maneira exponencial na mesa do CIO e &#8230; <a href="http://www.ivocorreia.com/2010/09/como-pequenos-projetos-podem-trazer-grandes-resultados/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desde que as empresas tomaram consciência de que os projetos de TI ajudam a reduzir custos, aumentar a produtividade e melhorar resultados, o número de projetos demandados pelas áreas de negócio cresce de maneira exponencial na mesa do CIO e de sua equipe.</p>
<p>Depois da crise financeira internacional, no entanto, o orçamento do departamento de tecnologia não acompanha o ritmo esperado de implementações. A saída encontrada por muitos excutivos para conciliar a situação está em priorizar as pequenas iniciativas, que exijam poucos recursos financeiros e tragam rápidos resultados para os usuários.</p>
<p>“A área de TI deve identificar o que chamo de projetos de oportunidade&#8221;, orienta o sócio da consultoria TGT Consult, Ronei Silva, ao definir que isso envolve todas as ações que podem ser adotadas em um tempo relativamente curto, mas trazem rápido retorno sobre investimento para a empresa. “Um prazo de três meses [para implementação] é o nirvana”, completa.</p>
<p>O grupo Dasa experimentou as vantagens de realizar uma iniciativa de curta duração e que trouxe ganhos imediatos para a companhia, que atua no segmento de medicina diagnóstica. O gerente de processos de TI da regional Sul da empresa, Miguel dos Santos Júnior, liderou um projeto que demorou apenas 15 dias para ser desenvolvido e, já no primeiro mês, resultou em uma redução de 15% a 20% na conta telefônica da corporação, que tem 300 unidades de atendimento, sob 19 marcas diferentes, e oferece 3 mil tipos de exames.</p>
<p>A iniciativa surgiu quando o gerente notou que faltava uma ferramenta que permitisse aos gestores de cada área de negócio controlar detalhadamente os custos mensais com telefonia dos diversos departamentos. Porém, a companhia já contava com uma planilha com o tráfego e o custo de voz detalhados por cada um dos ramais, a qual era fornecida mensalmente pela Siemens, a qual é responsável pelo outsourcing do serviços de voz da Dasa. &#8220;Com base nesse arquivo, montamos um processo para separar os dados por centro de custo”, conta o executivo.</p>
<p>O sistema desenvolvido pela equipe de TI permite que as informações (tráfego e custo) sejam acessadas por meio de uma página na web. Assim, o gestor de cada uma das 12 unidades de negócio pode acompanhar a conta telefônica detalhada por período. “Antes, a gestão dos custo com telefone era feita pelo departamento financeiro&#8221;, relata Santos Jr., que explica: &#8220;Agora, a maioria das áreas faz o controle mensalmente. Assim, consegue verificar um possível abuso em um mês e tomar as ações necessárias para reverter a situação.”</p>
<p>Após a adoção da ferramenta, o custo mensal do grupo Dasa com telefonia passou para, em média, 15 mil reais. A redução mais expressiva no valor, de aproximadamente 20%, foi obtida logo no primeiro mês de implementação do novo sistema de controle. E de acordo com o gerente, atualmente a conta está estável graças ao fato de os funcionários utilizarem os recursos telefônicos da empresa de forma mais consciente do que faziam no passado.</p>
<p>Santos Jr. acrescenta que o projeto também trouxe benefícios para a equipe de tecnologia da informação, que passou a ser vista pelos outros departamentos como uma área pró-ativa e envolvida com os problemas da organização. E, animado com a situação, ele afirma que tem estudado outros problemas que possam ser rapidamente resolvidos com o apoio de sua equipe. “Esses projetos dão uma visibilidade muito boa. A TI é considerada meio uma vilã nas empresas e trabalhamos para acabar com essa imagem”, constata.</p>
<p>Fonte: http://cio.uol.com.br/gestao/2010/05/10/como-pequenos-projetos-podem-trazer-grandes-resultados/</p>
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		<title>PayPal define novos nomes do escritório brasileiro</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Sep 2010 22:18:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ivo Correia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
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		<category><![CDATA[Grupo eBay]]></category>
		<category><![CDATA[PayPal]]></category>
		<category><![CDATA[PayPal Brasil]]></category>

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		<description><![CDATA[Em fase de estabelecimento de sua operação no Brasil, a PayPal, empresa de pagamento online do Grupo eBay, acaba de recrutar dois novos profissionais para seu escritório paulistano: Paula Pascoal (ex-gerente geral de e-commerce da Fnac) assume o posto de &#8230; <a href="http://www.ivocorreia.com/2010/09/paypal-define-novos-nomes-do-escritorio-brasileiro/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em fase de estabelecimento de sua operação no Brasil, a PayPal, empresa de pagamento online do Grupo eBay, acaba de recrutar dois novos profissionais para seu escritório paulistano: Paula Pascoal (ex-gerente geral de e-commerce da Fnac) assume o posto de diretora de marketing e serviços, enquanto Gustavo Freitas (ex-diretor financeiro de cartões de crédito e financeira do Citibank) o de chief financial officer para mercados emergentes.</p>
<p>Ambos se reportarão a Mário Mello, presidente da PayPal Brasil. O lançamento oficial da empresa no País, uma das referências desssa área no mundo, deverá ser feito nas próximas semanas, com campanha da AG2 Publicis Modem. O site do PayPal Brasil já está disponibilizado em português.</p>
<p>Fonte: MMOnline</p>
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