Brasil tem quase 40 milhões de internautas ativos

Navegar na internet foi uma das principais atividades dos brasileiros no último mês de junho. Motivados, em grande parte, pela Copa do Mundo – os internautas dedicaram boa parte do seu tempo a buscar noticias e informações sobre futebol e sobre o Mundial da África do Sul nos sites esportivos, expandindo assim o número de usuários ativos.

De acordo com o relatório mensal do Ibope Nielsen Online, o número total de usuários ativos (nas residências ou nos locais de trabalho) foi de 39,9 milhões em junho, um número 20% superior ao registrado no mesmo mês do ano passado. Em comparação com o mês anterior (maio) o crescimento foi de 7%.

Apesar do aumento do interesse e do número de usuários, o tempo médio de navegação mensal caiu no mês avaliado. Enquanto em junho de 2009 os brasileiros passaram em média 69 horas e 7 minutos do mês navegando na web, esse tempo caiu para 64 horas e 55 minutos em junho de 2010.

Fonte: http://www.mmonline.com.br/noticias.mm?url=Brasil_tem_quase_40_milhoes_de_internautas_ativos

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Sites vitaminados pela Copa

Matéria prima de oportunidades e de negócios, sem dúvida nenhuma a Copa do Mundo da África do Sul foi a mais digital das Copas. A competição abriu um leque de possibilidades para portais de todo mundo explorarem a febre de bola e expandirem sua participação na rede. No Brasil, uma explosão de acessos e a conquista de novos usuários foram as recompensas para os sites que investiram pesado na cobertura do Mundial.

Segundo dados do Ibope Nielsen Online, divulgados nesta quinta-feira, 29, esses portais chegaram a 23,5 milhões de usuários únicos em junho (mês em que a Copa se iniciou). O estudo apontou que houve uma evolução de 21% em relação ao mês anterior e de 54% na comparação com junho de 2009. Ainda de acordo com esse trabalho, os 23,5 milhões de visitantes únicos que acessaram o conteúdo esportivo representaram 58,8% do total de usuários ativos no País em junho. O Ibope Nielsen Online destaca que é o maior alcance de portais focados no tema dentre os países que tiveram a mesma medição, como França e Espanha.

TV

O Terra foi um dos endereços virtuais que só tem a comemorar os números positivos. “Fizemos estudos, montamos uma equipe com 110 profissionais e estamos colhendo os frutos”, comemora Paulo Castro, presidente do Terra Brasil. O portal criou o “Especial da Copa”, que garantiu uma audiência média de 13 milhões de pessoas acompanhando o evento. Fora isso, os vídeos somaram 20 milhões de views no Terra TV sobre Copa. Isso significa que, durante o período da Copa, 25% da audiência total do Terra TV foram para o Mundial.

Segundo Castro, outro ponto positivo foi a interação entre os usuários e o Terra. Bolão, comentários, chats e votações, dentre outras ferramentas, estimularam a aproximação do internauta com o portal. “Não tínhamos os direitos de transmissão da Copa. Então, focamos nos bastidores e encontramos saídas. Conquistamos novos usuários, que permaneceram após a Copa”, afirma o executivo.

Outro gigante comemora os resultados da audiência. O Globoesporte.com usa dados do Google Analytics para mostrar como foi sua performance: a Copa do Mundo 2010 garantiu ao site 222 milhões de visitas, uma média de sete milhões de acessos diários.

Cobertura pré

Para Thiago Meirelles, gerente de produto do Globoesporte.com, o sucesso da transmissão da Copa se deve ao planejamento feito pelo portal. “A cobertura foi baseada em momentos distintos. Tivemos o ‘pré-copa’, na qual começamos a acompanhar a seleção brasileira, desde o dia da convocação do Dunga, além de noticiar a preparação das outras 31 seleções. Com o início do Mundial, tivemos a programação do evento e seu desenrolar, com todos os 64 jogos transmitidos ao vivo com exclusividade no Brasil.”

A exclusividade e os direitos de transmissão favoreceram o portal, que conquistou números altíssimos durante a Copa. Ao todo, foram 58,8 milhões de requisições entre vídeos ao vivo e sob demanda no período do Mundial. A interatividade do internauta, algo que parece ser um movimento cada vez mais crescente na web, também esteve presente por meio de ferramentas sociais hospedadas no site. No balanço geral, o Globoesporte.com teve uma produção de mais de 100 matérias diárias, cinco mil fotos e cerca de três mil vídeos.

Meirelles constatou também um aumento de internautas no período pós-Mundial. “A Copa gerou um tráfego novo, possibilitando uma experimentação para aqueles que não consumiam nosso conteúdo. Eles continuam conosco após o evento, pelo que percebemos”, diz.

Vale lembrar que a Copa também gerou uma pendenga jurídica entre o UOL e a Rede Globo, que questionou o uso de imagens de partidas na África do Sul. Tudo por causa dos direitos de transmissão do Mundial. Nessa luta, o último round foi vencido pelo UOL, que voltou a exibir reportagens em vídeo sobre o evento, após decisão da Justiça do Rio de Janeiro em seu favor, tomada na quarta-feira 28.

Em termos percentuais, o Ibope divulgou números que expressam bem o crescimento do setor. Na análise por visitantes, de acordo com dados do instituto, o UOL teve 37% de aumento, o Terra, 30% e o Globo, 14%. O iG teve -5%, nesse quesito. Mas no número de páginas vistas, ele teve alta de 57%. Por sua vez, o UOL teve crescimento de 49%; o Globo, 36%, e o Terra, 29%.

Foco no esporte

Especializado em esportes e principalmente no futebol, o Lancenet, do Grupo Lance, bateu recorde e alcançou a média diária de 2,2 milhões de visitas durante a Copa do Mundo. Segundo o site, o número superou em 57% a média de maio (1,4 milhões de visitas diárias), o que colocou o portal em primeiro lugar no ranking do IVC. O pico de audiência foi de 3,4 milhões de visitas, em 29 de junho, um dia após o jogo entre Brasil x Chile.

Fonte: http://www.mmonline.com.br/noticias.mm?url=Sites_vitaminados_pela_Copa

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Lições gerenciais de um Dunga

Perdemos a Copa da África do Sul. Nosso senso patriótico e ufanista vai do céu ao inferno no tempo de duração do jogo. Voltamos ao mundo de onde acreditamos ter saído por alguns breves momentos: o mundo corporativo. Mais calmos, analisamos o que, para nós, foi um despencar das ações do Brasil na bolsa futebolística mundial. Mas o que o fracasso da seleção comandada por Dunga tem a ver com as organizações? Que lições podemos tirar deste filme com final pouco feliz?
 
Objetiva e sucintamente, como deve ser toda análise, abordaremos os pontos que fazem de Dunga, mais um gestor à moda Brasil.

1- Dunga - Virou as costas para a opinião de um país inteiro. Dunga compôs um time, não uma seleção como outras que lá estavam. O mercado consumidor formado por expectadores, jornalistas, torcedores e peladeiros esforçaram-se em tentar mostrar isso ao supremo gestor. Assim como em muitas empresas, os gestores parecem surdos às vozes do mercado. Insistem em oferecer produtos conforme suas próprias percepções. Num mercado competitivo, a concorrência se inova a cada minuto. Ganha credibilidade quem faz, se expõe e investe em produtos cuja qualidade possa ser testada, aprovada e comprovada pelo mercado. Dunga convocou e pôs em campo produtos/jogadores de qualidade – assim entendida pelo mercado – duvidosa. Não eram produtos que encabeçariam a lista dos top of mind de qualquer brasileiro; eram sim, os que ele, Dunga, gostava mais.

2- Comportamentos táticos que ferem a nossa natureza – O Brasil não jogou como Brasil, a seleção brasileira perdeu identidade; teve seu DNA alterado, isto é, assumiu uma identidade que não era dela. Uma seleção que a história mundial reconhece como que joga avançada, que ataca, que objetiva o gol parece ter perdido o foco. Jogar bonito e fazer gols sempre estiveram associados ao futebol brasileiro; vencer era consequência. Isso funciona como uma empresa que nasce e cresce com o DNA dos seus idealizadores, focada na satisfação do cliente e que, como num toque de mágica – e das ruins – passa a ter foco no produto. Abandona tudo o que a fez adorada pelo mercado e, remando contra a corrente, preocupa-se mais com preço do que com valor. O Brasil esqueceu o futebol ofensivo. Os fins pretensamente justificariam os meios: o resultado a qualquer preço, toques para o lado falta de pró-atividade e improviso dos jogadores que sempre venderam talento e criatividade para o mundo.

3- A marca Brasil – Vitoriosa, invejável e intocável. O Brasil é penta! O certificado de qualidade da seleção brasileira de futebol é tão forte quanto de uma grande multinacional. Tivemos produtos como Garrincha, Nilton Santos, Vavá, Zico, Pelé. Este último, descontinuado como os outros citados é, no futebol, mais do que a Coca-Cola  como refrigerante. Dunga não soube explorar bem o poder do branding que, dentre outras coisas, serve até para inibir a concorrência. Na verdade, a descaracterização da marca, traduzida pela relação de produtos que apresentou, gerou efeito contrário. Submetidos a um esquema tático difuso, a marca Brasil passou a ser vista pelos concorrentes como algo a ser humilhado, um Golias, agora fraco. Quantas não são as empresas cujas marcas, ainda de pouco valor percebido, aproveitam-se dos espaços deixados pelas maiores e mais fortes. Num mercado competitivo e globalizado, qualquer empresa, de qualquer nacionalidade pode explorar a demanda fomentada pela líder e se beneficiar com isto; principalmente quando a líder, fragilizada pelas falhas que lhes percebem os tradicionais consumidores, deixa satisfazê-los.

4-  Pressão da função – Dunga era um gerente. Você conhece algum gerente que não trabalhe sob pressão? Muitos, assim como ele, se veem obrigados a suportar também altas doses de tensão. Há quem diga que o gerente de uma grande empresa sofre o “efeito-sanduiche”, pressão de cima (diretores, acionistas) e de baixo (linha de frente, subordinados). Isso nos parece lógico. No caso do nosso técnico, Dunga não se mostrou suficientemente preparado para atingir as metas que lhe foram estabelecidas para venda e participação de mercado do produto Brasil. Mostrou falta de inteligência emocional, incomodou-se com a pressão e com a tensão inerentes ao cargo, xingou, debochou de quem poderia ampará-lo – a mídia e, ainda pior, atestou sua incompetência para diretores e acionistas (FIFA, CBF e povo brasileiro). Bem, pelo menos diretores são menos temidos que a mídia. Dunga ficou sem palavras quando tentou justificar sua opção por outros produtos que não os reclamados pelo mercado consumidor: Neymares, Gansos e Ronaldinhos Gaúchos, por exemplo. Todos os antecessores foram submetidos a igual ou pior pressão e souberam lidar melhor com ela.

5- Venceu – A Copa América, a Copa das Confederações e a Sul-Americana. Mesmo com DNA alterado, sem brilhantismo e esquema tático convincente, teve bons resultados. Isso acontece quando os produtos são testados em mercados menos competitivos, menos exigentes. Sem muita margem e sem gordura, bateram as metas propostas pelos acionistas. Venceram! Todos têm motivos para ficarem felizes, mas não eufóricos! Os bons resultados obtidos em maus mercados criam falsas ilusões de que igual sucesso acontecerá em outras praças. Exatamente esta falácia credenciou a arrogância do gerente em manter uma equipe medíocre, sem os melhores, mas com os mais “fiéis”. Dunga bateu metas trimestrais nos mercados em que era líder, mas não foi capaz de crescer no trimestre pico da sazonalidade; no momento mais importante para construção do seu resultado anual de vendas (a Copa). Iludido, ficou bem abaixo do esperava – ainda bem que o staff já não contava mesmo com bônus e participação nos lucros, pois não vieram.

6- Arrogância – Dunga, pela pouca experiência como gestor, sequer deve saber o que são cenários alternativos; não estava preparado para a situação contingencial em que se viu, mas todo gerente em início de carreira deve ter humildade para contratar ou ser assessorado por profissionais melhores do que ele. Mas o gerente Dunga queria ser único – até mesmo porque a assessoria de que dispunha era quase nula. Talvez tivesse receio de que outro gestor, mais competente, questionasse a relação passional que estabelecera com seus produtos. Quis fazer da fidelidade dos jogadores, obtida em agradecimento ao seu paternalismo incondicional, o seu grande trunfo – como na máfia. “Vamos nos blindar do que o mercado quer, do que os acionistas querem, do que os clientes buscam”. Unidos contra tudo e contra todos, mais difícil fica identificar os incompetentes. Associações vis e falsas amizades completam a proteção. Pessoas cujos telhados são de vidro têm sempre alguma coisa a dizer em favor dos potenciais chantagistas. Há gestores que sabidamente incompetentes permanecem em seus cargos. Frequentam a casa do diretor, almoçam com ele e, nas viagens de negócios, são os primeiros a ser convocados. Situações assim podem até demorar, mas não duram para sempre: o incompetente tende a se enforcar com a corda tecida por ele mesmo … ou não? Que o digam Kleberson, Josué, Gilberto e Felipe Melo.

7- Outro modelo de jogo – Vendo que os resultados trimestrais não se repetiriam, Dunga deveria ter partido para a execução de um plano alternativo que, decerto, já teria sido hipótese aventada por qualquer gerente pouco mais competente. Dunga foi gerente de um plano só.  A mudança do cenário fez com que concorrentes sem tanta expressão ganhassem força competitiva, nossos melhores produtos, Kaká e Luís Fabiano, não estavam, certo momento, disponíveis no estoque. A demanda existiu. Havia produtos substitutos? Que não perfeitamente substitutos, havia produtos que proporcionassem benefícios adicionais tais como maior velocidade, melhor lançamento ou toques mais precisos? Não, não havia nada disso. Demandas de mercado não atendidas por sua empresa acabam sendo atendidas por outra. Não se pode subestimar a demanda, principalmente quando se trata de um produto tradicional, reconhecidamente de qualidade. O mercado tinha expectativas de ver a seleção brasileira. Expectativas frustradas, clientes insatisfeitos. Não havia no plantel produtos em qualidade suficiente para atender tal exigente demanda. Dunga não tinha uma equipe razoável para variar esquema tático nem substituir jogadores quando precisasse. A seleção brasileira foi uma empresa engessada, como é o raciocínio do seu gestor. Assistimos todos, via satélite, a ascensão de outras equipes que souberam se adaptar ao novo mercado e a explorar as fragilidades das antigas concorrentes.

8- Ignorar o cliente – Dia 02 de julho. Fim de jogo. Brasil é eliminado pela Holanda. O objetivo não foi atingido! Não cabe apontar culpados ou atribuir à confluência dos astros o triste resultado. A seleção brasileira, escalada pelo inexperiente técnico Dunga não atendeu às expectativas de todo o mundo. Os produtos não foram capazes de gerar os resultados de venda e participação de mercado conforme todos esperavam. Com hombridade, um bom gestor, líder de sua equipe e defensor dos ideais coletivos, imputaria a si próprio a escolha errada pelo portfólio de produtos e pelas errôneas estratégias adotadas. Alentaria sua equipe e, provavelmente, reuniria acionistas, diretores, grupos representativos de clientes etc, para declarar suas falhas e sua incapacidade – fosse ela técnica ou psicológica – de, naquela situação, atingir o que dele era esperado. Somos humanos; falhamos. Assumir as próprias falhas é ser responsável; é atitude nobre, é um passo para o perdão; é deixar as portas abertas. Ser nobre seria esperar muito do nosso treinador. Vê-lo, como num gesto de gratidão, cumprimentar sua equipe ou, como de educação esportiva, reconhecer a superioridade do seu concorrente é hipótese sem propósito para quem, ao deparar com empecilhos, mostra que não está preparado para o sucesso. Em passos firmes e largos, sem sequer olhar para trás; abandonar o campo imediatamente após o apito final é o cúmulo do descaso para com todos. É voltar à Era Ford e dizer que o produto jamais será customizado porque à empresa, não importa atender às necessidades ou desejos de seus clientes. Para vocês, clientes, o meu total desprezo. Parabéns, Dunga: você está desempregado!

Fonte: http://br.hsmglobal.com/notas/58352-licoes-gerenciais-um-dunga

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Livros eletrônicos superam os impressos na Amazon

Aconteceu mais rápido do que se esperava – ao menos no maior player varejista do mercado de livros global. A Amazon anunciou que em sua loja online as vendas de livros eletrônicos já superam as vendas de livros impressos, mais especificamente os de capa dura, um formato tradicional nos Estados Unidos.

Segundo o comandante da empresa, Jeff Bezos, nos últimos três meses os livros eletrônicos venderam, em unidades, 43% a mais do que os livros tradicionais. Ou seja, para cada cem livros tradicionais comercializados, 143 livros eletrônicos foram vendidos.

No mês passado, o movimento de alta dos livros eletrônicos é ainda maior, superando em 80% a venda de livros impressos. Um detalhe curioso é que, dentro desse crescimento, cinco autores se destacam. Charlaine Harris, Stieg Larsson, Stephenie Meyer, James Patterson e Nora Roberts venderam, cada um, mais de 500 mil títulos para os portadores do Kindle, o leitor de e-books da Amazon.

É importante ressaltar que as estatísticas não incluem a venda de livros de bolso, muito populares nos Estados Unidos, nem os quase dois milhões de títulos eletrônicos disponíveis gratuitamente por serem de obras publicadas originalmente antes de 1923 e cujo domínio é público.

Bezos ressalta que a Amazon trabalha com livros eletrônicos há apenas 33 meses, enquanto já vende livros tradicionais há mais de 15 anos. Para o executivo, o Natal passado é o marco dessa virada. No dia, pela primeira vez na história da empresa, foram comercializados mais livros eletrônicos do que impressos.

A Amazon divulgou também que o Kindle continua liderando as vendas da loja online. O aparelho é o item mais desejado e mais presenteado entre os usuários do site. A redução no preço do equipamento (de US$ 259 para US$ 189) também contribuiu para essa performance: as vendas triplicaram desde essa decisão (tomada em junho).

A guinada dos livros eletrônicos, porém, não oferece às “Cassandras” da era digital argumentos sólidos o bastante para anunciar a morte definitiva dos livros de papel. Em 2010, os livros impressos em capa dura aumentaram suas vendas em 22%.

Fonte: http://www.mmonline.com.br/noticias.mm?url=Livros_eletronicos_superam_os_impressos,_na_Amazon

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Facebook alcança 500 milhões de usuários

O Facebook alcançou na manhã desta quarta-feira 21 a marca de 500 milhões de usuários em todo o planeta – garantindo, assim o título de maior rede social. O anúncio do recorde foi feito pelo próprio presidente da rede social, Mark Zuckerberg, no blog oficial do Facebook.

No texto, o fundador da rede declara que o alcance do meio bilhão de usuários é “um marco importante para todas as pessoas que ajudaram a divulgar o Facebook pelo mundo.” E ainda complementa que “agora mais pessoas têm a oportunidade de estar conectadas com as pessoas de quem gostam”.

Para celebrar a data, Zuckerberg aproveitou a ocasião e anunciou uma nova ferramenta da rede, o Facebook Stories, através da qual os usuários cadastrados poderão contar (em forma de vídeos) as suas histórias e compartilhá-las com os outros usuários.

O presidente do Facebook ainda postou um vídeo no qual agradece a todos os usuários da rede e ressalta que a função do Facebook é ampliar e facilitar a conexão e a comunicação entre pessoas de diversos locais do planeta.

Fonte: http://www.mmonline.com.br/noticias.mm?url=Facebook_alcanca_500_milhoes_de_usuarios

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Marina Silva ganha destaque na internet

Se nas pesquisas de intenção de votos para a presidência da República Marina Silva aparece em um aparentemente longínquo terceiro lugar, na internet ela demonstra estar em processo de conquista do eleitorado. Na segunda rodada do estudo feito pelo M&M Online em parceria com a iGroup, empresa de monitoramento em redes sociais, a candidata do Partido Verde mostrou notória evolução na primeira quinzena deste mês, período em que foi dada a largada oficial para as campanhas nacionais.

O levantamento foi dividido em duas semanas. A primeira parte compreendeu o período entre os dias 2 e 8 de julho. A segunda avaliou a semana entre 9 e 15 de julho. No primeiro momento, quando foram mapeadas 24.625 ocorrências, Marina foi responsável por 32,13% de todos os comentários relativos aos três principais candidatos à presidência, quase o mesmo índice exibido por José Serra (PSDB), que no período contabilizou 32,69% do volume total. Dilma Rousseff (PT), por sua vez, liderou nesse quesito, com 35,19% do conteúdo postado nas redes sociais, blogs e sites de notícias.

No segundo período analisado (9 a 15 de julho), que somou 61.291 ocorrências, Marina atingiu 33,3% do buzz total, ultrapassando o candidato tucano, com 31,79%, numa trajetória de alta. A petista continuava na liderança com 34,91% do volume, porém demonstrou queda. “A Marina manteve o melhor desempenho entre os três concorrentes e foi a única que elevou sua porcentagem de buzz durante a semana. No primeiro período de análise, que antecedeu o início das campanhas, ela registrava apenas 11% do volume de comentários”, comenta Ricardo Almeida, diretor geral da iGroup.

Comentários positivos

Quando a análise se fecha no teor dos comentários, Marina se sobressai com share positivo de 40,57% na semana do dia 2 de julho e de 43,36% na semana do dia 9. Dilma ficou com 33,96% no último período analisado. E Serra com 22,68%.

O candidato do PSDB continua enfrentando dificuldades, conforme demonstrou a primeira rodada do levantamento feito pelo M&M Online/iGroup. De acordo com aquela análise, 65% dos comentários feitos a respeito de Serra eram negativos. Apesar de ter ensaiado recuperação há 15 dias, o ex-governador de São Paulo ainda amarga cerca de 60% de comentários negativos.

Dilma se manteve estável no índice positivo, mas seu share negativo chegou a 29% - na primeira semana do levantamento ele havia saltado para 44,42%. “Mesmo com grande presença no Twitter, que é o principal canal de opinião, Serra viu crescer substancialmente os comentários negativos na rede. Já Dilma conseguiu uma melhora de 16% de uma semana para outra”, analisa Almeida.

Com o final da Copa do Mundo, o tema eleições começou a ser discutido de maneira mais efetiva na internet. A tendência é que os volumes de buzz se estabilizem e que a indecisão dos eleitores entre em um patamar menos radical do que o encontrado até então. “Os debates também devem contribuir para fortes impactos nas curvas evolutivas e no cenário político”, completa o executivo da iGroup.

Índice de saudabilidadeAo analisar os comentários feitos pelos internautas no Twitter e na blogosfera, além do conteúdo publicado pela imprensa online, a iGroup também elabora um índice de saudabilidade da marca dos candidatos na rede. O resultado é a média entre os posts positivos e negativos em cada um desses canais. Para chegar a esse percentual, a iGroup leva em conta a importância dos diferentes meios de acordo com o potencial de evangelização de cada um.

Por isso, nessa escala, o Twitter aparece com peso de 40% graças à sua agilidade de propagação das informações e força de influência. A blogosfera, que recebe reflexos do Twitter filtrando as informações com análises mais aprofundadas, aparece com peso de 35%. Já a imprensa online, que recebe pouca influência de outros meios, mas conta com alto poder de formação de opinião, recebe a carga de 25% na hora da medição.

Confira a evolução da marca de cada candidato nas últimas três semanas:

1ª Semana:
Marina – 80%
Dilma – 59%
Serra – 50%

2ª Semana:
Marina – 80%
Dilma – 55%
Serra – 55%

3ª Semana:
Marina – 80%
Serra - 58%
Dilma - 57%

Fonte: http://www.mmonline.com.br/noticias.mm?url=Marina_Silva_ganha_destaque_na_internet

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