Cinco livros indispensáveis para o crescimento na carreira de TI

Encaremos – quando o assunto é o desenvolvimento de um profissional de TI, os livros podem ser o último lugar onde procurar informações. Com webinários, fóruns online, blogs, páginas na internet, bootcamps e a mídia social, os livros parecem ser realmente um último recurso.

“A maior parte das informações que recebo são da internet, sejam manchetes através do Twitter ou ponteiros para artigos ricos em informações postados em um blog”, concorda Doug Ross, CIO da Western Southern Financial Group em Cincinnati. “O conteúdo mais digerível no momento está vindo na forma de postagens curtas ou em vídeos no YouTube”.

Ainda assim, de vez em quando um trabalho seminal aparece (O “Being Digital” de Nicholas Negroponte vem à mente) e a leitura passa a ser indispensável, conta Ross.

Pedimos para alguns profissionais de TI envolvidos em diferentes indústrias e cargos para nomearem os livros que influenciaram suascarreiras. Aqui está o resumo dos títulos para serem lidos antes que o ano acabe ou para serem colocados nas suas metas para o ano que está por vir.

1. “The Leadership Secrets of Santa Claus” (Os segredos da liderança de Papai Noel), Eric Harvey, David Cottrell, Al Lucia e Mike Hourigan
Dica de George Lasseigne, diretor de tecnologia da Warren Manufacturing.

Existem algumas coisas que tornaram este livro relevante para mim. Primeiro, o momento. A indicação chegou por e-mail (ainda não faço a menor ideia de quem o enviou ou como o consegui) logo depois que eu obtive meu primeiro cargo de administração. Eu não tinha funcinários diretos na época, mas estava gerindo vários terceirizados. O que realmente se destacou foi o conselho para contratar e rodear-me de profissionais qualificados. Investir na qualidade e não na quantidade.

Apesar de soar como senso comum, realmente me ocorreu que é melhor não ter muitos que façam tudo do do que poucos encarregados de parte do trabalho. Finalizei alguns contratos e precisei assumir mais trabalho do que gostaria por certo tempo. Contudo, éramos mais produtivos, e todos – especialmente eu – estávamos mais felizes. É uma dura lição que todos os administradores precisam aprender logo.

Outro importante ponto foi a simplicidade. Eu havia lido alguns outros livros de liderança no passado, mas grande parte deles era longa e indiferente. Este livro realmente foi direto ao ponto no fato de que a administração não é complexa. Ela se resume a muito senso comum e a tratar as pessoas de forma justa. A parte complicada é executar e manter decisões difíceis de forma consistente.

2. “The Peter Principle: Why Things Always Go Wrong” (O princípio de Peter: Porque coisas sempre dão errado?), Laurence Peter e Raymond Hull
Dica de Donald Roper, administrador de sistemas da Greenville.

Considero esse livro revelador, pois um de seus princípios é que “supercompetentes” nunca passarão de certo ponto a menos que seu chefe ou o chefe de seu chefe não os vejam como uma ameaça. Se você for muito competente em seu trabalho, seu chefe pode, na verdade, lhe fazer perder o seu trabalho simplesmente para manter a hierarquia dos incompetentes.

A parte selvagem é que eu realmente vi isso acontecer. No meu caso, era um chefe incompetente preocupado com o fato de que ele poderia perder seu trabalho para uma pessoa “supercompetente” que definitivamente tinha educação e um conjunto de habilidades melhores do que as de seu administrador. O gerente montou neste pobre sujeito até que o mesmo foi embora, frustrado.

 

3. “The 11 Secrets of Highly Influential IT Leaders” (Os 11 segredos de lideres de TI altamente influentes), Marc J. Schiller
Dica de Jessica Carroll, diretor de Informação & Tecnologia Digital da U.S. Golf Association.

Ao ler este livro, eu tive uma epifania profissional. Estive estimulando uma parceria de negócios de TI dentro de nossa organização por algum tempo, e este livro esboçou alguns itens tangíveis e realistas a serem feitos em direção a essa meta.

Por exemplo, ele destaca que a TI precisa compreender como cada unidade de negócio funciona, além de recitar alguns “itens” de alto nível. O autor oferece etapas sobre como ir mais fundo na compreensão do fluxo de trabalho do negócio e, ao fazê-lo, como isto pode afetar relacionamentos mais profundos pela empresa.

Como uma segunda perspectiva, o “Lessons in IT Transformation” (Lições na transformação da TI) é uma leitura fantasticamente envolvente que também destaca os métodos em direção a uma TI mais saudável e integrada.

[As recomendações de Carroll são pessoais e não representam aquelas de seu empregador, a United States Golf Association.]

4. “Good to Great” (De bom para ótimo), Jim Collins
Dica de Doug Ross, CIO do Western Southern Financial Group

A partir de uma perspectiva de liderança, o conceito deste livro de um líder de nível 5 (um que misture “extrema humildade pessoal com intensa vontade profissional”) ressoou para mim. Sua mensagem – ter um foco no sucesso do negócio e não em seu engrandecimento pessoal – é crítica.  O Vice Almirante James Stockdale sobreviveu a uma prisão Vietnamita. Quando lhe perguntaram como ele conseguiu tal feito, ele disse que foi porque ele era realista. Os otimistas diziam, ‘Até o próximo natal, teremos saído daqui’, e eles entravam em pânico quando isso não acontecia. Mas ele ficava focado como um laser nos fatos de sua realidade, simplesmente passando por ela. Então, a mensagem é sobre humildade e ter os melhores interesses da empresa em mente versus a abordagem alternativa do típico executivo cruel.

Assim como em muitas culturas típicas de escritório, sempre tendemos a ter alguns livros de negócios circulando – “The Elements of Power” (Os elementos do poder) (por Terry Bacon) e “The Game Changer” (O modificador de jogos) (A.G. Lafley e Ram Charan) são exemplos típicos. “The Designful Company” (A empresa projetista), por Marty Neumeier, é uma leitura rápida que fala sobre a natureza do projeto e o papel que ele tem desempenhado para a Appletornar-se a empresa bem sucedida que é hoje.

5. “StrengthsFinder 2.0″ (Buscador de força), Tom Rath
Dica de Casey Biddle, analista técnico da State Farm.

Não li muitos livros sobre conselho de carreira, mas o mais recente foi este curto e pequeno livro. Li alguns livros das aulas de Dale Carnegie também e recomendaria qualquer aula ou webinário deles.

Outras fontes de informações para incrementar a carreira

Além dos livros, aqui estão outras formas pelas quais profissionais de TI estão obtendo orientação e enriquecimento profissional.

Segundo Jessica Carroll, a Society for Information Management (SIM) é uma fonte valiosa para conexões entre pessoas envolvidas com TI. Cada reunião mensal facilita conversações cara-a-cara e apresentações relevantes de lideres da indústria. Não existe uma reunião se quer que eu deixe sem fazer, pelo menos, três novos e valiosos contatos – pessoas com quem exista um fluxo aberto e profissional de conhecimento.

O LinkedIn é outra fonte _ essa diária _  para conexões com a indústria. Através desta mídia social Jessica conheceu a maior parte de seus colegas mais próximos, foi apresentada a incríveis grupos e organizações (como a SIM), e foi capaz de aumentar minha rede de contatos de formas que simplesmente não teriam existido sem a mídia social.

“Para manter esta ferramenta significativa, eu me conecto predominantemente com indivíduos em papeis similares. Não estou buscando por volume de contatos, em vez disso busco por profissionais que têm interesses de negócios sinceramente conectados e que estão abertos a compartilhar conhecimento e ideias”, afirma.

Já Thom Jonnson, administrador sênior de sistemas da AT&T Services, Califórnia do norte, gosta de ver webinários sobre conceitos com os quais precisa se familiarizar. “Eles não são bons para treinamentos profundos, mas você pode ter uma introdução e ver o que um aplicativo faz e como ele funciona em ambientes diferentes”, explica.

Na opinião de Doug Ross, Western Southern, uma das melhores fontes que é o blog “Joel on Software“, criado por Joel Spolsky. “Também sigo centenas de pessoas no Twitter, incluindo todas as principais publicações de tecnologia e lideres de pensamento, como Bruce Schneier, Sophos e Symantec”, afirma. Na opinião dele, alguns dos melhores artigos sobre negócios estão sendo feitos em blogs em oposição aos periódicos.

Ross também considera os vídeos do TED Talks e do Tech Talk do Google intrigantes. “E existem alguns vídeos instrucionais realmente bons que utilizamos de Stanford e do MIT. Fizemos nossos desenvolvedores assistirem um recente Tech Talk sobre o aplicativo web security – é realmente uma ótima forma de compartilhar conhecimento com desenvolvedores que, de outra forma, não o teria” , comenta.

Fonte:http://cio.uol.com.br/carreira/2012/12/21/cinco-livros-indispensaveis-para-o-crescimento-na-carreira-de-ti/

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Black Friday extrapola previsões de novo

A edição 2012 do Black Friday brasileiro, realizada na última sexta-feira, 23, superou novamente as expectativas, segundo aponta a consultoria ClearSale, especializada em autenticação de compras virtuais. As vendas movimentaram R$ 217 milhões no comércio eletrônico brasileiro.

De acordo com a consultoria, o valor é 117% maior que o montante faturado na mesma data do ano passado. A previsão inicial do Busca Descontos, portal organizador do Black Friday, era levantar cerca R$ 135 milhões – 35% a mais que em 2011.

Cerca de 300 lojas virtuais fizeram ofertas nas mais variadas categorias durante as 24 horas de evento.

Segundo dados levantados pelo ClearSale, bastaram apenas 12 horas para que o Black Friday Brasil 2012 ultrapassasse o recorde de vendas estabelecido na edição de 2011.

Foram realizados 541,5 mil pedidos, com ticket médio de R$ 401. As categorias mais buscadas foram eletrônicos, informática, celulares, eletrodomésticos e videogames.

Consumidores da região Sudeste responderam pela maior parte dos acessos (71,5%), seguidos de Sul (11,2%), Nordeste 9,9%, Centro-Oeste (5,2%) e Norte (2,1%).

Segundo Pedro Eugenio, CEO do Busca Descontos. o Black Friday Brasil superou as expectativas, tanto em vendas como na repercussão.

“As lojas que souberam aproveitar a data venderam muito, já os varejistas que promoveram ofertas maquiadas foram repudiados pelas críticas dos consumidores e devem se preparar mais para a próxima edição”, afirma

NEM TUDO É ALEGRIA
Mesmo com a euforia do consumismo que tomou conta do público durante a Black Friday, os compradores mais atentos notaram preços irregulares durante a promoção, identificando e reclamando dos preços inflados, “maquiados” pelas lojas com descontos gigantes, passando a impressão de economia.

De olho na manobra dos sites, o Procon-SP foi atrás e constatou preços inflados em diversos sites participantes da promoção. As empresas Extra (lojas física e virtual), Ponto Frio, Submarino, Americanas, Walmart, Saraiva e Fast Shop foram notificadas pela entidades e devem se explicar até a sexta-feira, 30.

O varejo do sul ficou de fora do agito e da polêmica do Black Friday por um simples motivo: com exceção da Colombo e da Taqi, ninguém mais participou.

POR LÁ
Nos EUA, as vendas no varejo online superaram 1 bilhão de dólares pela primeira vez este ano.

De acordo com dados da consultoria comScore, as vendas online nesta Black Friday cresceram 22%. Na mesma data do ano passado, o comércio eletrônico americano vendeu US$ 816 milhões.

Fonte:http://www.baguete.com.br/noticias/26/11/2012/black-friday-extrapola-previsoes-de-novo

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IBM Brasil tem nova liderança para CE, MA e PI

Na esteira de uma estratégia de reforço regional que já levou a IBM a abrir, desde 2008, unidades em 38 cidades fora do eixo Rio-São Paulo, a companhia anuncia uma nova liderança local para o Ceará, Maranhão e Piauí.

Quem assume é Teresa Cristina Neves de Pinho, que já atua há 19 anos na IBM, tendo passado por Minas Gerais, São Paulo e Fortaleza, onde está há 16 anos.

No novo cargo, ela irá trabalhar com foco nas capitais Fortaleza, São Luís e Teresina, tendo como missão aproximar a região do potencial de outros polos de atuação da IBM no Brasil.

“Com esta aproximação, vamos ganhar agilidade para estabelecer a estratégia de expansão regional nesses três estados”, destaca a executiva.

Dados do Conselho Estadual de Desenvolvimento Econômico do Ceará (Cede), indicam que a economia cearense – mensurada a partir do PIB a preços de mercado – cresceu 4,3% em 2011 em relação a 2010 e superou o desempenho da economia brasileira no ano passado, que foi de 2,7%.

O Ceará também tem se destacado como um dos quatro estados brasileiros cujos governos mais investem na modernização da máquina pública por meio da TI – conforme dados do governo local, os investimentos do estado nesta área crescem à taxa anual de 13%.

No Maranhão, o quadro também é promissor, especialmente em São Luís.

Com mais de um milhão de habitantes, a cidade é a décima quarta economia do país, com PIB de R$ 15,3 bilhões, puxado pelas indústrias de transformação de alumínio, alimentícia, turismo e de serviços.

Levantamento da Secretaria do Planejamento, Orçamento e Gestão revela que a economia do estado tem expectativas de crescimento em índices que devem atingir 7,5% em 2012, com a perspectiva de dobrar o valor do PIB estadual nos próximos cinco anos.

Além disso, a carteira de investimentos públicos e privados supera a casa de R$ 100 bilhões para o mesmo período.

Em Teresina, segundo o IBGE, a renda per capita cresceu 59% nos últimos 10 anos, o maior índice registrado dentre as capitais do Nordeste.

A Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Turismo (Semdec) mostra que os principais setores que vêm crescendo na capital são as áreas de comércio e serviços, especialmente as redes de atacado.

Na capital piauiense se destacam também as indústrias têxteis e de confecções, de bebidas, móveis, cerâmica, medicamentos e montadoras de bicicletas.

A cidade é a décima nona economia das capitais brasileiras. O PIB de Teresina representa cerca 40% do PIB do estado, calculado em R$ 8,7 bilhões (dados de 2009).

A investida nos três estados reforça um plano da  IBM que já incluiu, em julho deste ano, a ampliação da estrutura em Natal e São Luís, que passaram a contar com estrutura de atendimento composta por funcionários IBM dedicados e/ou parceiros de negócios.

Nova líder para a região, Teresa é graduada em Engenharia e Direito, a nova diretora da IBM para a região é mestre em informática pela Universidade de Fortaleza (Unifor) e especialista em Gestão Empresarial pela FGV, além de doutoranda em Direito pela Universidade Museo Social Argentino.

EXPANSÃO REGIONAL
A estratégia de fortalecimento regional da IBM no Brasil é um reflexo do plano mundial da companhia, que no país tem seu Global Delivery Center, em Hortolândia, e inaugurou em 2011 o primeiro laboratório de pesquisa da companhia no hemisfério Sul.

Globalmente, a estratégia tem foco também na Rússia, Índia e China, além de partes da Ásia, África e Oriente Médio, América Latina, Europa Central e Leste.

Esses países fazem parte da unidade de Growth Markets da IBM, que em 2011 representou 22% da renda da multinacional.

A expectativa é que o rendimento corresponda à fatia de 30% da receita da IBM até 2015.

Fonte: http://www.baguete.com.br/noticias/27/11/2012/ibm-brasil-tem-nova-lideranca-para-ce-ma-e-pi

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5 Hábitos úteis ao E-Commerce

Vender pela internet não é uma questão apenas de tecnologia ou marketing. Existem várias necessidades, que vão desde planejamento, logística e networking até o processo de pagamento. Abaixo, uma compilação de cinco hábitos, sugeridos por especialistas do mundo inteiro, que devem ser desenvolvidos para aprimorar sua presença no comércio eletrônico:

1 – Pense como o seu consumidor

Coloque seus produtos em mais de uma categoria, isso aumenta a visibilidade do seu produto. A loja virtual que facilita o encontro de seus produtos ganha recompensas de duas formas: as vendas aumentam, e o público desenvolve mais satisfação diante do funcionamento do website. Considere, também, realizar cross-selling, oferecendo descontos para a compra de dois ou mais produtos que fazem sentido serem adquiridos em conjunto.

2 – Mantenha o projeto simples.

As pessoas frequentemente citam “navegação complicada” ou “muitas páginas/cliques” como motivos para não finalizar uma compra. Simplifique o processo de checkout e apresente preços e condições de maneira clara. Simplifique também no atendimento: Embora um sistema de chat ou bate-papo mostre que você está envolvido com a tecnologia e pretende oferecer facilidade para seus clientes, não espere o desenvolvimento de uma ferramenta, forneça pelo menos um telefone para as pessoas se sentirem seguras. Os estudos mostram que o público tende a comprar com mais confiança quando vê com facilidade uma forma de contato com os responsáveis pela loja.

3 - Use fotos dos seus produtos e não exagere nos textos.

Os estudos de usabilidade sugerem que as pessoas, embora interessadas no conteúdo, não se aprofundam na leitura. É 25% mais difícil ler através da web, então otimize a legibilidade. Títulos não podem ultrapassar 8 palavras, e a descrição deve ficar em até 10 palavras por linha (48% consideram incômodo ler do início ao fim da tela). Falando em otimizar, usar menos texto não quer dizer negligenciar a otimização para sistemas de busca; abuse da semântica e escreva textos objetivos e concisos, porém completos.

4 – Divulgue.

Não existe essa de “construa e eles virão”. Você precisa fazer um esforço de marketing e promover sua loja virtual para os consumidores. Evidencie um formulário de inscrição para newsletters bem na sua página inicial para fazer fidelização e manter seus clientes sempre informados, e procure canais que complementam o seu para desenvolver uma parceria e assim atingir novos clientes. Busque o máximo de resultados positivos utilizando as Redes Sociais, e procure investir de maneira inteligente em mídia online, como os Google Adwords ou anúncios do Facebook.

5 – O processo de pagamento deve ser o mais fácil possível.

E-consumidores precisam de praticidade e segurança na hora de gastar seu dinheiro, e não é complicando o processo que você os fará se sentir mais confiantes. Ofereça o máximo de formas de pagamento de acordo com suas possibilidades e mantenha as telas de checkout limpas e objetivas, orientando o seu cliente a chegar ao ponto final.

Fonte:http://blog.ezcommerce.com.br/dicas/5-habitos-uteis-ao-e-commerce/

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Dez dicas para tirar o máximo proveito do software de gerenciamento de projetos

O melhor software de gerenciamento de projetos do mundo não vai ajudar os seus projetos a serem concluídos mais rápido ou de forma mais eficiente se os funcionários não usá-lo.

Para começar a conversa, como você escolhe a solução de gestão de projeto (software) para o seu negócio? A CIO.com ouviu dezenas de executivos de TI e especialistas em gerenciamento de projetos para descobrir.

A seguir, estão as dicas desses profissionais para tirar o máximo proveito do software de gerenciamento de projeto.

1. Comece com uma análise das necessidades
“Há soluções de gerenciamento de projetos de todas as formas e tamanhos. O primeiro passo é determinar que tipo de gerenciamento de projetos e/ou colaboração você precisa”, diz Catherine Brown, vice-presidente de Marketing da Mavenlink , um fornecedor de soluções de gestão de projetos e colaboração.

“Por exemplo, todos os seus projetos são internos, ou você também tem que trabalhar com fornecedores externos e clientes?” pergunta Brown. “Você precisa  atribuir tarefas e resultados ou simplesmente criar um espaço onde todos possam colaborar, trocar informações? Seus projetos envolvem orçamentos e notas fiscais?”

2. Considere um serviço baseado em nuvem
“Selecionei um sistema de gerenciamento de projetos baseado na nuvem por vários fatores, incluindo a facilidade de implantação e o custo total de propriedade”, diz Sid Haas, vice-presidente de Desenvolvimento de Negócios da LKCS , provedora de serviços de marketing .

“Estamos usando a mesma plataforma há três anos e já economizamos dezenas de milhares de dólares comparado a uma outra solução de software que iria adotar, diz Haas. Além disso, diz ele, o fato de a solução de gerenciamento de projeto ser baseado na web permite que os usuários possam acessá-la de qualquer lugar, em qualquer dispositivo, e melhorias do sistema e atualizações são enviadas automaticamente assim que estiverem disponíveis.”

3. Verifique se o software é fácil de usar
“Olhe se o software de gerenciamento de projetos é intuitivo e se é adequado à forma como sua organização funciona”, diz Jon Payne, presidente, Ephricon Web Marketing. “Se ele não atender às suas especificidades out-of-the-box,  certifique-se de escolher uma solução que permita a inclusão de campos personalizados ou a possibilidade de mudar o nome de campos e categorias”, diz ele. “Você deve mudar os campos em seu software para atender a sua empresa, e não o contrário.”

4. Escolha uma solução de gerenciamento de projeto escalável
“Implementar uma solução de gerenciamento de projetos em toda a empresa é um projeto de longo prazo”, diz Haas. “Então, escolha uma solução que cresça com você e ofereça recursos que você sequer chegou a pensar antes de começar a usá-la.”

5. Solicite sugestões dos departamentos e das pessoas que vão realmente usar o software
“Escolher um software que passará por um ajuste global é importante. A melhor maneira de fazer isso é incluir toda a equipe no processo de seleção”, diz Lynne Henslee, presidente da E2B Teknologies, empresa prestadora de serviços de TI.

“Crie uma lista com base em suas necessidades e compare os produtos entre si”, aconselha Brown, que observa que muitas soluções de gestão de projetos oferecem testes gratuitos. Então, “ter tanto o gerente do projeto e os membros da equipe revisando as especificações dos software candidatos ajuda”.

“Obter feedback de outras pessoas e departamentos sobre os objetivos que gostariam de alcançar ou uma ideia diferente do que gostaria que o software fizesse, é importante”, diz Henslee. “Isso também irá ajudar na implementação e utilização do software em si, se os membros da equipe sentirem-se parte da tomada de decisão e considerarem que suas necessidades estão sendo atendidas.”

6. Verifique se o software pode ser integrado a aplicativos essenciais, como e-mail
“Outro critério de seleção importante  é a capacidade de integração do software com outros já em uso na empresa”, diz Brown. “Por exemplo, todo mundo usa e-mail.” Portanto, “uma solução de gerenciamento de projetos que trabalhe com alertas por e-mail irá aumentar o envolvimento dos usuários e ampliar o alcance do produto”,explica .

7. Escolha uma solução que ofereça apoio da comunidade
“Quando selecionar  o software de gestão de projetos procure um que tenha uma comunidade de usuários rica, capaz de auxiliá-lo quando as dúvidas surgirem ou haja interesse em conhecer as melhores práticas”, diz Joanna Wyganowska, diretora de marketing da InSites inteligentes, provedora de plataforma de software da área de saúde.

8. Estabeleça metas logo no início
O que você quer fazer? Criar relatórios de status? Previsões? Usar o software PM como uma ferramenta de colaboração? “Uma vez definida suas metas você poderá saber com clareza de como configurar seu software, como usá-lo, e como treinar pessoas para tal. Caso contrário, a execução será como um barco sem leme.”

9. Proporcione treinamento adequado
“Ofereça múltiplas treinamentos para se certificar de que todos possam participar”, diz Brown Mavenlink. “Até o final de cada sessão, assegure-se de que todos tenham uma conta,  e um login e senha fáceis de lembrar. [Então] configure um projeto imediatamente para que os funcionários possam praticar o que aprenderam”, aconselha.

Para reforçar o que aprenderam, e resolver qualquer questão, ofereça acompanhamento do treinamento por algumas semanas depois da sessão de formação inicial -, bem como tutoriais em vídeo on-line (que o fornecedor ou por um terceiro possa fornecer).

10. Certifique-se de que haja pelo menos um responsável pelo rastreamento dos projetos, em tempo real
“Não espere por uma reunião semanal para perceber que o seu projeto queimou etapas”, adverte Avinoam Nowogrodski, CEO da fornecedora de software de gestão de projeto baseado na nuvem Clarizen. Nomeie um gerente de projeto para “acompanhar o progresso em tempo real e corrigir todo e qualquer problemas messes antes que se tornem catastróficos”.

Fonte: http://cio.uol.com.br/gestao/2012/10/11/dez-dicas-para-tirar-o-maximo-proveito-do-software-de-gerenciamento-de-projetos/

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Meet the Project 1.0 Creators

A little while ago the Project development team had the honor of meeting our makers so to say – Brian MacDonald and Jeff Lill. They’re the original creators of the first version of Project for Windows which was released in 1990.

They started as two local kids who grew up just a few miles from the Microsoft campus. In high school they thought it was cool how you could program little LED lights to go on and off. This fascination inspired their future in software development.

They spent some time attending the University of Washington and while they were there built a spell checker app, Corrector.  Unfortunately it was the third spell checker app to the market and while InfoWorld rated it the best in the industry, they only sold 24 copies. Brian thanks his good spelling today though to having to manually enter the entire dictionary. Jeff even did some internships with Microsoft since they needed money to finance their company.

After the spell checker app, they started working on a spreadsheet product for Macs called Crunch. Shortly after that, Microsoft came out with Excel and in Brian’s words “really just crunched ‘Crunch’ “. At this time they had a lot of connections into Microsoft from Jeff’s internships and Brian’s wife working there. They were at a party with Bill Gates and he mentioned they should stop competing and start working together. Microsoft was trying to recruit developers to make GUI (graphical user interface) apps for this new platform called Windows. They already had a spreadsheet and word processor but were looking for developers to create a database application (which would go on to be Access) and a project management application. Brian and Jeff chose the latter.

While Brian and Jeff had a lot of passion around software, they didn’t have much project management expertise. As Jeff said though, they were arrogant enough to know they could do it. So they dove in and looked at competitors, did a bunch of customer interviews including with another local company, Boeing, read project management books and attended conferences. It was actually while they were on a site visit to Boeing that a light bulb went off and they came to the decision that they wanted to build a toolkit that had a broad enough appeal that anyone could use it for project management. At the time, most project management applications were built by consultants and the software would back up the methodology that the consultant was selling. Most companies though already had methodologies in place and just wanted software to support it. This decision turned out to be a pivotal one and something we still strongly believe to be correct today. In Project 2010, you’ll see that you can manage projects how you want to manage them.

How does it feel that people are still using the tool you built today for huge projects totaling billions of dollars?

It feels great! We had always hoped that would be the case. – Jeff

Anything about people’s reactions to it surprise you?

Right around the time the second version of Project was coming out, Windows started to just explode in popularity and along with it any software that ran on Windows. We initially saw our audience as people who had “Project Manager” in their title but found that the product had a much broader appeal. People were using it to create schedules/Gantt charts to help show their management/team that they had their acts together and were on top of things.  – Brian

That was very exciting for them and helped the product really take off. They also thank this success to their initial goal of being a toolkit instead of specific solution. This is why features such as the ability to re-title columns were available back in the original release.

What kinds of improvements did the second version of Project for Windows have over the first?

Print preview, support for macros, and improvements to the leveling algorithm were some of the top ones.

Yes, leveling was in v1. According to Jeff – “All the software solutions had it and all struggled with making it work how humans would expect”.  We are still trying to make this easier today by adding features like change highlighting in Project 2007 and the Team Planner in Project 2010.

What do you think of the current version of Project?

It looks great. A lot looks familiar with the overall user interface but it definitely looks more modern (they were happy to hear that we now have more than 16 colors). Per the timeline view, that was what we were trying to achieve with the Gantt chart (sharing the schedule with stakeholders) but has an even broader appeal. – Brian

Brian went on then to create Outlook which originally started out with the goal of being a task management application. It was only during coding and after much debate that they decided to add email support to it. We think they made the right decision. Jeff worked on Project a bit longer and then went on to do Team Manager. Today they both work in the Bing organization.

Some fun facts:

· There isn’t a Microsoft Project 2.0 because someone else had copyrighted Project 2.0

· Bill Gates tried to convince them to re-write Project in BASIC and they said no.

· The last bug fixed for Project 1.0 for Windows was around supporting the Gantt Chart view with the Task Form.

In short, I would like to thank Brian and Jeff for creating this great product that so many of us use every day and rely on to accomplish a wide range of projects.

Source: http://blogs.msdn.com/b/project/archive/2012/06/22/meet-the-project-1-0-creators.aspx

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Microsoft Project 2013 – Primeira Impressão

A Microsoft lançou o Microsoft Project 2013 preview e partimos para conhecer melhor o que há de novo nesta nova versão. Como uma primeira impressão posso infomar que a Microsoft continua um projeto que começou com o Project 2010 de manter alinhamento do Aplicativo com os demais produtos da linha Office apesar do mesmo não ser mais integrande desta família.

Outro elemento que continua a ser foco no desenvolvimento do aplicativo aos usuários converncionais é a facilidade de uso. Isso é cada vez mais notado, principalmente nesta nova versão em que ao concluir a instalação é apresentado videos e telas explicativas sobre a ferramenta.

Por certo o MS Project 2013 vai tornar a gestão de projetos mais intuitiva.

Em outros posts vamos aos pouco abordando mais novidades sobre a nova versão da ferramenta.

Fiquem com Deus !

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Copa 2014: MS cria guia para PME

Microsoft lançou o Guia de Oportunidade para a Copa de 2014, uma cartilha com informações para pequenas e médias empresas.

O projeto foi realizado em parceria com Sebrae, Banco Itaú, Movimento Brasil Competitivo (MBC) e Fundação Nacional de Qualidade (FNQ).

Online e com 24 páginas, o guia reúne informações e sugestões para que seja exploradas oportunidades de negócios com os grandes eventos esportivos.

As orientações envolvem aspectos como investimento, gestão competitiva e tecnologia.

O guia pode ser acessado através do link, em formato pdf.

Fonte: http://www.baguete.com.br/noticias/27/07/2012/copa-2014-ms-cria-guia-para-pme

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Equipes de Alta Performance

Lidar com pessoas nunca foi fácil. Cada membro da equipe traz seus valores, desejos e expectativas para os projetos. Muitas vezes, os membros das equipes são “designados” para os projetos. Embora possamos gerenciar tarefas, não podemos gerenciar os sentimentos e pensamentos das pessoas. Se alguém não quiser trabalhar em alguma atividade ou projeto, não importa o quanto seja cobrado pelo gerente, sempre haverá um jeito de atrasar, atrapalhar, procrastinar…

 Porém, muitos de nós, GPs, estamos mais preocupados em “gerenciar” os stakeholders externos do que em cuidar da nossa equipe. Anthony Mersino diz que fazia questão de escolher os membros de suas equipes de projetos, conversar com eles, selecioná-los em entrevistas. Mersino acredita que a gestão de pessoas é um fator crítico de sucesso nos projetos.

Eu concordo. Na, verdade, imagino que todos concordamos. O problema é colocar em prática porque estamos sempre tão ocupados como GPs. Mas quem realiza o trabalho? A equipe. E qual é a função do GP? Planejar, organizar, orientar e gerenciar recursos, pessoas e tarefas? Não apenas isso. Em projetos pequenos, talvez isso seja suficiente. Seriam GPs orientados a tarefas.

Em projetos grandes, o GP não consegue fazer nenhuma das atividades acima sozinho. A função dele passa a ser de líder-gerente. É preciso aprender a delegar. Muitos gerentes tem medo de que a equipe não precise dele… mas o objetivo é exatamente este! GP como alguém que remove os obstáculos e trata das questões além da autoridade da equipe.

Jurgen Appelo (2011) nos ajuda a pensar os níveis de delegação fazendo as seguintes perguntas (tradução livre): Checklist delegação

1. O risco de delegar esse trabalho foi analisado detalhadamente?

2. Será que as pessoas possuem nível adequado de responsabilidade e disciplina?

3. Você já pensou e escolheu o nível certo de autoridade a delegar?

4. Você já considerou a questão de delegar a indivíduos ou delegar para as equipes?

5. O que está sendo delegado é uma parte (pacote) de trabalho?

6. Será que as pessoas têm as habilidades técnicas necessárias para fazer esse tipo específico de trabalho?

7. Será que as pessoas conhecem os processos adequados do trabalho?

8. Será que as pessoas possuem as ferramentas necessárias para o trabalho ser bem sucedido?

9. Será que as pessoas sabem quais devem ser os resultados esperados?

10. Você define as condições de contorno para o trabalho (por exemplo, orçamento, tempo, recursos e qualidade)?

11. Será que as pessoas sabem quando o trabalho deve estar pronto (deadline)?

12. Será que as pessoas sabem medir e reportar o progresso do trabalho?

13. Será que as pessoas sabem a periodicidade para monitorar e informar sobre os progressos?

14. Existe alguém disponível (você ou outra pessoa) para servir de coach ou mentor dessas pessoas em caso de necessidade de ajuda?

Figura – Liderança situacional (Modelo de Hersey & Blanchard, 1986)

Fica claro que a liderança situacional precisa ser racional, balanceada e equilibrada pelo gerente. Não é apenas delegar e esquecer, mas inspirar e cobrar. Além disso, é importante saber o que delegar, quanto delegar e quando delegar.

Freqüentemente surge a questão líder versus gerente. O fato é que é possível ser gerente sem ser líder, mas não é possível ser um líder sem os “aspectos gerenciais”. Apenas inspirar é ser um guru ou coisa parecida. Os grandes líderes da história inspiravam, definiam objetivos, mas também cobravam resultados da estrutura abaixo deles. Do contrário, não teriam concretizado coisa alguma.

O líder-gerente em projetos de sucesso deve ter claros os objetivos do projeto e os justificar para os stakeholders e equipe. Por que justificar? Somos todos motivados a participar de coisas grandes, grandiosas. Ninguém sai por aí dizendo que está participando de um projeto fracassado nem que está participando de um projeto-mico (inexpressivo, irrelevante ou mesmo inútil) atualmente. Fazemos de tudo para evitar esses tipos de projetos.

Nós queremos participar de projetos inovadores, desafiadores e que nos permitam desenvolvimento pessoal e profissional. Talvez essa seja a principal expectativa comum dos membros de equipes de projetos. Os GPs precisam ter isso em mente para “vender” o projeto para a equipe ao mesmo tempo em que engaja seus membros.

O sentimento de pertencer a um projeto é equivalente ao quarto nível da pirâmide de Maslow, enquanto que o desenvolvimento pessoal é o quinto nível (motivadores de Herzberg). Alguns autores como Hartman (2000) propõe a “tribalização” das equipes de projetos, algo que já observamos inclusive em “competições internas” entre equipes de projetos (Appelo, 2011).

A rotatividade de membros e equipes de projetos é saudável para a troca de experiências, mas traz o problema da instabilidade para as equipes de alta performance, que não conseguem se manter em alta performance.

Quando trocamos 30% ou mais dos membros de uma equipe, ela volta para os estágios iniciais de formação e conflito (storming). Atividades precisam ser desenvolvidas para integrar e criar uma nova equipe. Como GPs, não podemos forçar a formação da equipe, o ideal é apenas criar os limites da equipe (Appelo, 2011).

Appelo (2011) diz que delegar é a melhor (ou a única) forma de manter os projetos “gerenciáveis” à medida que eles se tornam maiores e mais complexos. O GP deve criar uma estrutura de delegação, que não necessariamente é funcional ou organizacional. A equipe vai se tornar “auto-gerenciada” com o auxílio do GP para desenvolvê-la.

Ajudando a equipe a criar suas próprias ground rules e seus valores, o GP promove o sentimento de ownership na sua equipe. Neste sentido, o GP é um grande vendedor, comunicador e negociador. Ele precisa identificar as expectativas dos stakeholders (principalmente da equipe) e mostrar como o projeto pode satisfazer essas expectativas ou como ele está alinhado com essas expectativas. Obviamente, nem todos os aspectos poderão ser acomodados, não dá para agradar a todos.

Muitas vezes o trabalho do gerente é comparado ao de um maestro. Ele está lá para fazer as coisas que estão além da autoridade da equipe. O maestro não vai fiscalizar a afinação dos instrumentos nem vai resolver conflitos que devem ser resolvidos no âmbito interno da equipe. Ele vai escolher a música (projeto), motivar os músicos a participar e reger os limites da sinfonia.

Fonte: http://blog.mundopm.com.br/2012/07/04/equipes-de-alta-performance/

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eCommerce B2B e o futuro das vendas no atacado

Em uma operação atacadista, seja de indústria ou exclusivamente distribuição, a qualidade e eficiência da operação de venda está umbilicalmente ligada à qualidade e eficiência da cadeia de suprimentos; sendo que o inverso também é verdadeiro, um suprimento qualificado e eficiente melhora muito a qualidade da venda.

Outras constantes nas operações atacadistas são a complexidade, as deficiências e o alto custo das estruturas de venda tradicionais. Uma solução inovadora, abrangente e de baixo custo de operação é o uso da operação de e-commerce B2B (Business to Business) complementado ou substituindo a estrutura tradicional de vendas.

Em uma estrutura tradicional de distribuição atacadista os problemas mais comuns são: o alto custo da estrutura, seja em recursos humanos ou despesas como locomoção, viagens, hospedagens e outras; abrangência ao mercado limitada à estrutura física da equipe e/ou à viabilidade econômica do custo da venda, considerados os fatores: margem do produto, porte do cliente e distâncias. Ou seja, os fatores citados e diversos outros não citados, conspiram para que boa parte do mercado potencial não seja alcançado pela estrutura de vendas tradicional, provavelmente um mercado mais pulverizado, mas cuja somatória em muitos casos é maior que o próprio mercado e que a estrutura tradicional de vendas consegue atingir.

Discrepâncias na qualidade do atendimento, nos setores onde a estrutura de atendimento é eficaz e comprometida, o atendimento é a satisfação dos clientes e, consequentemente, os resultados são bons. Já onde a qualidade da estrutura e o comprometimento não são bons o inverso acontece, com os resultados não sendo os ideais. Há dependência de variáveis difíceis de controlar.

A comunicação com o cliente não é feita diretamente pela empresa, mas por um intermediador que muitas vezes, na pratica, é o único ou o principal elo com a empresa. Inclusive em alguns casos com o risco deste relacionamento ser colocado à serviço de algum concorrente.

Nas estruturas tradicionais de vendas a tendência é que sejam oferecidos e vendidos as comodities e os hits, pois geram valores de vendas maiores e mais rapidamente, mas nem sempre são os produtos que geram maior margem para a empresa ou aqueles que ela está mais interessada em alavancar as vendas. Um subproduto desta situação é que, em muitos casos, o cliente simplesmente desconhece o potencial de vendas dos produtos não oferecidos ou até mesmo desconhece os produtos B2B.

As possibilidades de vantagens da distribuição por e-commerce B2B são cada vez maiores, como por exemplo: o custo da operação online tende a ser uma fração do custo da operação tradicional; o atendimento 24 horas por dia ao cliente, todos os dias da semana; a tendência a aumentar as reposições, pois passam a ser feitas a qualquer momento e por iniciativa do cliente e não apenas quando o cliente recebe uma visita ou um contato da estrutura de vendas tradicional; a abrangência da operação a todo o mercado potencial sem limitações para atingir qualquer cliente de qualquer perfil ou potencial; e capturar novos clientes que podem se cadastrar automaticamente, dentro de regras de credito e fornecimento segmentadas, inclusive aprovações e limites definidos pela empresa distribuidora.

Citei algumas vantagens e facilidades para a empresa, mas na minha concepção o modelo de e-commerce B2B tem dois aspectos que são muito inovadores e que tendem a influenciar diretamente as operações de distribuição no futuro: (1) a possibilidade de ter um canal de comunicação com os clientes com forte penetração; (2) e a aceitação, principalmente para uso do marketing digital. Alguns exemplos são as campanhas de incentivo, os lançamentos de produtos, os tutoriais digitais, a TV sobre IP empresarial, as comunidades de relacionamento. Na comunicação digital e interativa com os clientes, a imaginação e criatividade são o limite. É a empresa falando diretamente com o cliente,  sem intermediários.

A segunda grande inovação são as possibilidades na logística de suprimentos e gestão, considerado que o sistema online opera interligado aos demais sistemas da empresa, em especial o ERP (Enterprise Resource Planning).

Esta realidade permite que, simultaneamente, a empresa B2B distribuidora esteja com a operação comercial tendo sua demanda absorvida pela gestão do Supply Chain, praticamente em tempo real, promovendo ajustes muito mais rápidos na gestão de suprimentos. Inclusive é possível trabalhar com a disponibilidade além do estoque disponível, também com o planejamento de produção. Neste caso, enquanto houver estoque o site B2B disponibiliza para entrega imediata. Caso acabe o estoque o sistema automaticamente busca a próxima produção do produto e aumenta o prazo de entrega conforme o lead time do planejamento de produção. Observe que esta funcionalidade permite realmente trabalhar com estoque zero.

Outra possibilidade é a empresa distribuidora integrar o seu site por web service com os fornecedores ou com seus distribuidores, sendo que neste último caso passa a conhecer a demanda e ter a possibilidade de administrar e maximizar a qualidade do suprimento do seu revendedor.

(*) Sérgio Castro é diretor comercial da Vertis, companhia especializada em soluções de negócios baseadas em tecnologia web.

Fonte: http://cio.uol.com.br/tecnologia/2012/03/27/ecommerce-b2b-e-o-futuro-das-vendas-no-atacado/

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